domingo, 14 de setembro de 2014

Tráfico de animais contribui para extinção de espécies

Ter animais silvestres como bichos de estimação é crime. Papagaios, periquitos e passarinhos estão entre os mais visados

O tráfico de animais silvestres é uma das principais ameaças à biodiversidade brasileira e pode provocar a extinção de diversas espécies a médio e longo prazo. No Brasil, as aves são os animais mais capturados e vendidos no mercado negro, segundo dados da organização não governamental WWF.
O comércio ilegal ocasiona desequilíbrios ecológicos e sofrimento aos animais. 
As espécies mais visadas no tráfico de animais são os psitacídeos (papagaios e periquitos), passeriformes (passarinhos), dendrobatídeos (rãs venenosas e coloridas), primatas e lepitópteros (borboletas).
Na maioria das vezes, quem compra as espécies silvestres tem a intenção de cuidar delas como animais de estimação.
O tráfico de animais começa quando as espécies são retiradas da natureza e vendidas em feiras livres. Normalmente, o transporte é feito por meio de caminhões, ônibus interestaduais e até carros particulares, o que pode provocar estresse nos animais, principalmente nas aves, que em alguns casos arrancam as próprias penas.
Não compre animais silvestres. Denuncie
Para denunciar o tráfico de animais silvestres, entre em contato com a Linha Verde do Ibama, pelo número 0800-618-080 ou pelo email linhaverde.sede@ibama.gov.br

http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2014/07/trafico-de-animais-contribui-para-extincao-de-especies

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