domingo, 25 de outubro de 2015

Serpente é Resgatada em Barra Velha SC





BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS
Barra Velha e São João do Itaperiú SC











Caros amigos leitores no dia 24 de outubro de 2015, o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, Resgatou uma serpente em Zona Urbana na Cidade de Barra Velha SC.

As 17:05 hs o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiro Voluntário de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, foi acionado para resgatar uma serpente dentro de uma residencia, localizada na rua Valter Becker  nº 372, no Centro de Barra Velha SC.

Bombeiros Voluntários Envolvidos
Bombeiro Voluntário Robson
Bombeiro Voluntário Guilherme
Bombeiro Voluntário Vargas

Ao chegarmos no local fomos informados pela morador, que a serpentes estava em sua varanda. O Animal foi Recolhido pela equipe de Resgate de Animais Peçonhentos e Venenosos do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, e a Serpente foi identificada como  (sibynomorphus sp) conhecida popularmente na região como Cobra dormideira, e por não ser de Importância médica e será reintroduzido em seu Habitat natural.

Lembramos a população de Barra Velha SC, que o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) atende este tipo de Emergência, Resgatando animais Peçonhentos e Venenosos e animais silvestres que estejam causando risco a população pedimos aos cidadões que não tente matar ou capturar estes animais, nos comunique da presença deles e iremos Resgata-los. Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) possui pessoal Treinado e Qualificado para este tipo de Ocorrência.


Tel: de Emergência 34460000
José Roberto Cruz
Chefe do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA)



domingo, 18 de outubro de 2015

Cientistas encontram mais antigas espécies conhecidas de escorpião do mar



Mais antigas espécies conhecidas de escorpião do mar desenterrado

PATRICK LYNCH / YALE UNIVERSITY


Os cientistas descobriram mais antigas espécies conhecidas de um grupo há muito extinto conhecido como escorpiões do mar, uma descoberta que poderia significar as criaturas antigas podem ter uma origem ainda mais antiga do que se pensava anteriormente. Os membros da equipe têm chamado o predador recém-descritaPentecopterus após a penteconter, um tipo de antigo navio de guerra grega que aproximadamente espelha a forma do corpo da criatura (reconstrução do artista mostrada acima). Mais de 150 fragmentos de fósseis dos animais, alguns deles, possivelmente pedaços de exoesqueleto Molted, foram escavados a partir de rochas 467 milhões de anos de idade, no nordeste de Iowa-rochas que são cerca de 9000 mil anos mais velhos do que aqueles que realizou fósseis do anteriormente mais antigas espécies conhecidas. (Escorpião de mar, mais formalmente conhecido como eurypterids, eram artrópodes, um grupo que inclui insetos, aranhas, e caranguejos, bem como seus parentes extintos, como trilobites.) Adultos do predador recém-descrita foram provavelmente cerca de 1,7 metros (5,6 pés) de comprimento , mas alguns dos fragmentos fósseis veio de juvenis que podem ter medido entre 10 e 15 centímetros (4 a 6 polegadas) de comprimento, os investigadores relatam hoje em linha naBMC Evolutionary Biology. Ao contrário de todos os outros artrópodes vivos conhecidos ou extintos, alguns dos Pentecopterus membros 'forma dramaticamente alterado, como as pessoas físicas cresceu-o que sugere que os jovens pequenos-agarrada pode ter sondado através de sedimentos para minúscula presa enquanto que os adultos agarrou maiores, mais vítimas móveis. A antiguidade dessas criaturas sugere dois cenários evolutivos, os cientistas dizem: ou eurypterids diversificou rapidamente durante os primeiros estágios do período Ordoviciano (que começou cerca de 485 milhões de anos atrás), ou sua linhagem, incluindo os ancestrais ainda a ser descobertos e parentes, evoluiu mais lentamente e originou ainda mais para trás no tempo, durante o período Cambriano, possivelmente durante a explosão cambriana, um período de diversificação evolutiva às vezes chamado de "big bang da vida", que começou há cerca de 542 milhões anos atrás.  

fonte

sábado, 17 de outubro de 2015

Você conhece o Hospital vital Brazil?


70 anos de Hospital Vital Brazil




Hospital Vital Brazil (HVB) foi fundado no final de 1945 para atender pacientes picados por animais peçonhentos. Hoje, mais de 90.000 prontuários registram o volume de pessoas que, após cinqüenta anos, vêm-se beneficiando dos estudos iniciados pelo Dr. Vital Brazil.


Funcionando ininterruptamente, com médicos 24 horas por dia, o HVB dispõe de 10 leitos para o atendimento pacientes picados por animais peçonhentos. Aqueles que necessitam soroterapia são internados e acompanhados pela equipe especializada, enquanto um serviço de pronto-atendimento funciona para esclarecimento diagnóstico e consultas ambulatoriais. O HVB está situado dentro do Instituto Butantan, ao lado do heliponto.

Desenvolvimento de estudos clínicos e epidemiológicos relacionados aos acidentes humanos causados por animais peçonhentos

Além da assistência a pacientes, o Hospital tem também importante papel na pesquisa clínica e padronização de procedimentos terapêuticos para os acidentes causados por animais peçonhentos no Brasil. 

As principais linhas de pesquisa desenvolvidas no HVB estão relacionadas à terapêutica dos acidentes humanos causados por animais peçonhentos como serpentes, aranhas, escorpiões e lagartas. Com o objetivo de diminuir a morbidade e letalidade causados pelos envenenamento e reduzir reações aos antivenenos, ensaios clínicos têm sido realizados para avaliar a eficácia de diferentes tratamentos empregados neste tipo de agravo.

Programas de treinamento a profissionais da saúde e guias para o diagnóstico e tratamento dos acidentes humanos causados por animais peçonhentos


O HVB recebe médicos, estudantes de Medicina, enfermeiros e outros profissionais de saúde para treinamentos e estágios voluntários. Os técnicos do hospital participam ainda de cursos no próprio Instituto  Cursos e Estágios , dão aulas em hospitais, faculdades e outras instituições de ensino e pesquisa. Como serviço de referência no Estado de S. Paulo, o sHVB participa da elaboração de normas técnicas e capacitação de equipes para atendimento aos pacientes e realiza assessoria técnica ao Ministério da Saúde.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Conheçam a História do Cientista Vital Brazil




Vital Brazil Mineiro da Campanha nasceu em 28 de abril de 1865, em Campanha, Minas Gerais, e faleceu em 8 de maio de 1950, na capital carioca. É considerado um dos grandes nomes na história da ciência. Médico e sanitarista, Vital Brazil foi um dos primeiros pesquisadores de toxinologia nas Américas e de medicina experimental no Brasil.

Na virada dos séculos XIX e XX, liderou frentes de combate a diversas epidemias que eclodiram no país, como a febre amarela, cólera, varíola e peste bubônica. As pesquisas assinadas por ele são pioneiras na produção dos soros específicos contra venenos de animais peçonhentos (serpentes, escorpiões e aranhas). Até hoje, salvam milhares de vidas. Tais pesquisas romperam paradigmas e contribuíram à inovação de conceitos e práticas nas ciências médicas e biológicas. Nenhum outro método de neutralização da peçonha é mais eficaz do que o criado por Vital Brazil, em 1898.

Em 1917, quando recebeu a patente do soro antiofídico, decidiu imediatamente doá-la ao governo brasileiro. Preocupava-se principalmente com a Saúde Pública. Dentre os numerosos e determinantes legados deixados por ele, destacam-se a criação do Instituto Butantan (fundado oficialmente em 1901, em São Paulo) e do Instituto Vital Brazil (fundado em 1919, em Niterói). Ambas instituições tornaram-se referenciais de excelência na formação de pesquisadores, na produção de medicamentos e na divulgação e popularização das ciências no país.

O cientista Vital Brazil Mineiro da Campanha é o primeiro filho de José Manuel dos Santos Pereira Junior (1837-1931) e de Mariana Carolina Pereira de Magalhães (1845-1913). Depois dele, vieram mais seis irmãs e um irmão. Vital Brazil viveu num período revolucionário: entre 1865 e 1950, a humanidade por profundas mudanças: invenções, virada do Século XX, Brasil republicano, era Getúlio Vargas, desenvolvimento da ciência, II Guerra Mundial, etc.

O interior mineiro foi pano de fundo da infância de Vital Brazil. O processo de crescimento num lugar distante da Corte e de centros urbanos contribuiu para que Vital Brazil focasse, futuramente, na realidade rural. A formação escolar se deu em um período que ocorreram mudanças significativas nos métodos de ensino vigentes, sobretudo, pela influência do trânsito regular, pelo país, de educadores e missionários protestantes. Estudou na cidade de Caldas sob a orientação de um mestre presbiteriano. Em épocas ainda imperiais e escravistas, os genes e valores mineiros de liberdade certamente colaboraram para moldar no menino Vital muitas de suas características, como uma das mais referenciadas: a autonomia tanto no pensar, quanto no agir. 

Em 1880, aos 15 anos de idade, mudou-se com sua família para São Paulo, cidade em que conseguiu alcançar muitos de seus anseios. Após completar os estudos preparatórios, Vital Brazil foi ao Rio de Janeiro, Corte do Império Brasileiro, onde cursou a Faculdade de Medicina, de 1886 a 1891. Logo após sua formatura, em que defendeu a tese “Funções do Baço”, em janeiro de 1892, retornou para São Paulo, onde se casou com sua prima em segundo grau, Maria da Conceição Philipina de Magalhães. Maria da Conceição morreu em março de 1913 e deixou ao viúvo Vital Brazil nove filhos.

Vital Brazil contraiu febre amarela em dois momentos. Na segunda vez, em 1893, estava em missão sanitária no interior de São Paulo, na cidade de Belém do Descalvado. Sua esposa e sua mãe, apreensivas com os constantes riscos que Vital enfrentava nos combates às epidemias, convenceram-no a aceitar o convite para clinicar em Botucatu. Na época, aquela era a mais próspera localidade da região do centro-oeste paulista. Em 1º de julho de 1897, Vital Brazil ingressa no Instituto Bacteriológico, instituição que viu ser fundada em 1892, quando já trabalhava para o Serviço Sanitário de São Paulo. Por pouco mais de dois anos, a partir desta data, integrou a pequena equipe de médicos que atuava sob a orientação de Adolfo Lutz (1855-1940). Após diagnosticar, combater e contrair a peste bubônica na cidade de Santos, entre outubro e novembro de 1899, Vital Brazil retorna ao trabalho no Instituto Bacteriológico. Em dezembro deste mesmo ano, inicia a adaptação de um velho rancho na então distante Fazenda Butantan, situada a 9 km da capital paulista, com a responsabilidade de montar e organizar ali um laboratório que servisse à produção de soro antipestoso. Nesta época, Vital Brazil já possuía estudos avançados sobre o problema do ofidismo e tratamento soroterápico.

Vital Brazil fundou e dirigiu o Instituto Butantan por 20 anos, de 1899 a 1919, e foi convidado pelo Governo do Estado de São Paulo a retornar à direção desta instituição, por mais 4 anos, em 1924. Criou, cofundou e colaborou com diversas revistas científicas, como a Revista Médica de São Paulo, e escreveu dois livros: A Defesa contra o Ophidismo, em 1911, reeditado e ampliado em 1914, somente em francês, e Memória Histórica do Instituto Butantan, em 1941. Publicou dezenas de artigos científicos, em diferentes línguas e periódicos. Por meio de alguns testemunhos e citações de cientistas e eminentes personalidades mundiais pode-se chegar a uma avaliação, mesmo que breve, sobre a contribuição de Vital Brazil para a Ciência e para a Medicina, assim como sobre o papel que desempenhou na História. 

Aos 54 anos de idade, em 1919, viúvo há seis anos, Vital Brazil já havia alcançado reconhecimento mundial pelo conjunto da obra acerca da soroterapia específica aplicada aos envenenamentos por animais peçonhentos. Além disso, havia contribuído enormemente a diversos campos ligados à saúde pública do país. Casou-se novamente, em 1920, com Dinah Carneiro Vianna(1895-1975), e desta união nasceram mais nove filhos. Simultaneamente, Vital Brazil já ganhava netos dos filhos do primeiro casamento. Desta forma, constituiu uma grande família. O cientista faleceu de uremia (concentração abusiva de ureia no sangue) no início da manhã do dia 8 de maio de 1950, em sua residência, no Rio de Janeiro.

fonte 

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Como as Cobras Enxergam


Geralmente esses animais não tem uma boa visão. Podemos afirmar , com raras exceções, que sua visão é considerada míope. Também não veem cores , não conseguem obter uma imagem focada, conseguem apenas perceber movimentos, porém dependem de iluminação, à noite com a ausência de luz essa característica se torna ineficaz.
Eles possuem sensores naturais que os guiam para se locomover , se defender e para atacar suas presas.
Como também possuem praticamente ausência de audição, esses animais contam com outras formas sensoriais.
Seu órgão sensorial mais importante é a fosseta loreal, comum em quase todas as serpentes consideradas peçonhentas no Brasil, a exceção fica com a espécie coral verdadeira . São orifícios localizados entre as narinas e os olhos , capazes de identificar a presa através da temperatura corporal das mesmas , mandando sinais ao cérebro do animal, que analisa estes sinais e cria uma espécie de imagem cerebral altamente precisa, capaz de indicar o tamanho , e a distância exata da presa.

Outra característica das cobras que funciona também como sentido, é a sua língua bifurcada e normalmente projetada para fora da boca. Sua língua capta partículas de odor no ar, e passa essas informações para o Orgão de Jacobson, localizado no seu da boca, que consegue “traduzir” o ambiente. Assim a língua consegue também perceber estímulos táteis, ela sente o ambientea sua volta, para driblar a deficiência de visão e audição.


As cobras também conseguem captar as vibrações do solo através do osso da mandíbula , que está sempre em contato direto com o solo, este osso vibra , e essa vibração estimula outro pequeno osso , que se chama columena, este fica localizado entre a mandíbula e crânio. 

Lembramos a população de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, que o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários atende Emergência Resgatando Animais Peçonhentos e Venenosos que estejam causando risco a população pedimos aos cidadões que não tente matar ou capturar estes  animais, nos comunique da presença deles e iremos Resgata-los. Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) possui pessoal Treinado e Qualificado para este tipo de Ocorrência.


Tel: de Emergência 34460000
José Roberto Cruz
Chefe - Núcleo de Proteção Ambiental (NPA)


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Curiosidade "TEIA DE ARANHA"

  
  
  Algumas aranhas constroem teias. Os fios dessas teias, constituídos de seda,     são           produzidos em glândulas especiais, localizadas no abdômen da aranha.

  A seda é expelida em estado líquido através de minúsculos tubinhos (fúsulas),   existentes   na parte posterior do abdômen.

  Ao sair, a seda solidifica-se imediatamente em contato com o ar, formando um   fio, com o   qual a aranha elabora a teia.

As teias são usadas como armadilha para capturar os pequenos animais, na maioria insetos, de que se alimentam essas aranhas, que os matam com as quelíceras.

Cada espécie de aranha tem um padrão de teia típico, pelo qual se pode, muitas vezes, classificá-la.

Já outras envolvem os ovos com fios de seda, numa espécie de saco ou bolsa de ovos, que em geral a fêmea carrega consigo.

Não constroem teias e, ao invés de esperar a presa na armadilha, apanham-na de surpresa, aos pulos, como as temidas caranguejeiras.

A teia circular é a forma mais familiar da arquitetura aracnídea.

Uma teia em formato de espiral vertical, com raios interligados, é igualmente eficiente para atrair pequenas moscas ingeridas pelas aranhas de jardim ou grandes grilos comidos pela aranha dourada da Austrália.

Se um pássaro esbarrar numa teia de aranha nada lhe acontecerá, mas a aranha terá que tecê-la de novo, provavelmente de estômago vazio.

Quase todas as espécies de aranhas fazem teias e podem usá-la para várias funções.

Nem todas as espécies tecem teias e muitas não usam a seda para a caça. Da mesma forma que os materiais de construção, a seda das aranhas tem um grande número de aplicações.

Uma utilidade bem comum da seda é o cabo de segurança. Conforme as aranhas se movem de um lugar para outro, elas deixam um fio fino e seco atrás delas. Assim como um alpinista, a aranha usa esse fio como um cabo de segurança. Se ela ficar em perigo, pode rapidamente voltar pelo fio de teia.

Algumas grandes aranhas tropicais deixam as cascas dos insetos penduradas em suas teias como aviso para os pássaros não esbarrarem nelas.

Pensava-se que a faixa em ziguezague de seda grossa tecida nas teias de algumas aranhas tivesse esse mesmo objetivo.

Mas ela também serve para atrair insetos ao refletir luz ultravioleta, como as pétalas das flores.

Algumas espécies não cuidam do casulo enquanto as jovens aranhas se desenvolvem e outras, como a aranhas-teia-de-viveiro, carregam consigo o casulo.

Há inúmeras variações de teias de aranha circulares, que é apenas um dos muitos tradicionais estilos de teia.

Outro uso comum da seda é a construção do berçário. Em algumas espécies, a fêmea tece um grosso casulo protetor para o desenvolvimento dos ovos e algumas vezes dos filhotes, após o nascimento.

saiba mais
fonte

domingo, 11 de outubro de 2015

Estudo mapeia 214 espécies de abelhas

FÁBIO DE CASTRO
11/10/2015

Levantamento do Funbio e do Ministério do Meio Ambiente constata que, para a polinização, diversidade importa mais que quantidade

 No maior levantamento da diversidade de abelhas já feito até hoje no Brasil, cientistas coletaram 16 mil exemplares de 214 espécies diferentes, a fim de mapear o papel desses insetos na polinização da vegetação natural e das plantações. Além de descobrir nove espécies até agora desconhecidas no País, estudos comprovaram que a presença das abelhas aumenta consideravelmente a produtividade das culturas agrícolas. Eles constataram também que, para a polinização, a diversidade de espécies é mais importante que a quantidade de abelhas.

Concluído recentemente, o projeto Polinizadores do Brasil faz parte de um programa de pesquisas global, iniciativa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), coordenado no País pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e pelo Ministério do Meio Ambiente, com participação de pesquisadores de 18 instituições. “Muita gente pensa que a abelha só produz mel.

Uma pesquisa de opinião incluída no projeto mostrou que 75% dos brasileiros desconhecem o papel delas na polinização. Abelhas são responsáveis por polinizar mais de 50% das plantas das florestas tropicais, 80% das do cerrado e 73% de todas as culturas agrícolas do mundo”, disse a coordenadora do projeto, Vanina Mattos, do Funbio.

saiba mais fonte