sexta-feira, 15 de maio de 2015

Butantã quer testar na Índia vacina da dengue

Instituto quer agilizar aprovação da vacina 
enquanto Anvisa não autoriza os testes no Brasil

Agência Estado
Instituto Butantan vai testar vacina contra a dengue na Índia enquanto Anvisa não autoriza o início dos testes no Paísdivulgação
Para tentar agilizar o processo de aprovação da vacina contra a dengue, o Instituto Butantan já estuda testá-la em outros países além do Brasil. Enquanto espera a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para iniciar os testes em território nacional, o instituto conversa com órgãos de vigilância sanitária estrangeiros, disse Jorge Kalil, diretor do instituto.
— Já estive com o presidente da Anvisa da Índia e ele se mostrou interessado em entrar nesse estudo de fase 3. Na semana que vem vamos ter uma visita de uma delegação indiana.
O teste em países do exterior seria uma alternativa caso não haja casos de dengue suficientes nos locais de teste no Brasil, uma vez que o período de pico da doença vai até maio e os testes seriam iniciados, na melhor das hipóteses, somente em junho. 
— Precisamos ter dengue no local para testar a eficácia. Só sei se a vacina protege se tiver o desafio.
A agência brasileira tem até o fim de maio para responder ao pedido de autorização de testes do instituto.
— Assim que a Anvisa sinalizar, eu já começo o trabalho. Já tenho 13 mil doses de vacina prontas e já tenho os centros de pesquisa. Muitos já foram capacitados, outros estão em fase de treinamento.
O tempo de testes depende da incidência de dengue nas localidades participantes e da evolução do estudo, mas o instituto trabalha com uma meta de iniciar a vacinação no País ainda em 2016.
— Se iniciarmos os testes logo após a aprovação da Anvisa, calculo que no começo do ano eu já tenha dados suficientes para pedir o registro do produto. Aí demora mais uns meses para a avaliação. A vacina estaria disponível no final do primeiro semestre ou início do segundo. Talvez a gente não consiga, mas estamos tentando.
Presente no mesmo evento, o presidente da Anvisa, Ivo Bucaresky, foi menos otimista em suas previsões. Ele afirmou que o período de testes de novos medicamentos costuma ser superior a 12 meses e que, após a conclusão dessa fase, a Anvisa ainda leva até seis meses para liberar o registro do produto. Assim, a vacina do Butantan não estaria disponível para a população antes de 2017.
— Não é fácil demonstrar eficácia e segurança no período só de um ano (de testes). Acontece, mas não é algo tão simples de ser feito.
Balanço divulgado nesta sexta-feira (8) pela Secretaria Estadual da Saúde mostra que São Paulo já registra no ano 261.453 casos confirmados de dengue, número recorde. A Pasta diz, no entanto, que o número de notificações já começou a cair se comparados os dados de abril com os números de março.
Os registros de abril, no entanto, ainda não foram fechados porque dependem de exames de confirmação que levam dias ou até semanas para serem concluídos. Pelo menos 169 pessoas já morreram de dengue neste ano em cidades paulistas.
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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Pesquisa mostra o que acontece dentro de cobra que engoliu jacaré

Biólogo americano analisou radiografias tiradas durante os seis dias que a píton levou para digerir sua presa.



Mesmo após anos estudando as pítons, biólogo americano disse que ainda se surpreende com aa facilidade com que essas cobras podem digerir suas presas (Foto: TNT Corlis Via ABC Northwest Queensland/BBC)
Mesmo após anos estudando as pítons, biólogo americano disse que ainda se surpreende com aa facilidade com que essas cobras podem digerir suas presas (Foto: TNT Corlis Via ABC Northwest Queensland/BBC)
Fotos e vídeos de cobras devorando outros animais sempre circulam na internet. Mas o que acontece por dentro do corpo de uma serpente quando ela engole, por exemplo, um jacaré?
O biólogo americano Stephen M. Secor, professor da Universidade do Alabama, analisou radiografias de uma píton birmanesa enquanto ela digeria sua presa.
No total, a cobra precisou de seis dias para digerir o jacaré inteiro.
"O jacaré se decompõe lentamente graças à ação combinada do ácido clorídrico e a enzima pepsina", explica Secor à BBC Mundo. "É surpreendente a facilidade com que as pítons podem digerir presas desse tamanho."
Segundo ele, as enzimas no intestino delgado têm a tarefa de romper a pele resistente do jacaré.
Secor e sua equipe já haviam feito o mesmo experimento com cobras engolindo pombas e ratos. Segundo eles, a principal diferença é a de que a serpente gasta mais energia para digerir as duras escamas do réptil do que nos casos anteriores.
Dia 1
É possível ver perfeitamente o corpo do jacaré, com a cabeça no lado esquerdo do raio-X. A serpente expandiu seu corpo para se moldar ao tamanho de sua presa (Foto: Stephen Secor/BBC)É possível ver perfeitamente o corpo do jacaré, com a cabeça no lado esquerdo do raio X. A serpente expandiu seu corpo para se moldar ao tamanho de sua presa (Foto: Stephen Secor/BBC)
Dia 2
No interior do intestino delgado da píton, o tecido mole do jacaré se dissolve e seu esqueleto começa a se romper. A taxa metabólica da cobra aumenta consideravelmente para separar enzimas e ácidos suficientes para fazer a digestão (Foto: Stephen Secor/BBC)No interior do intestino delgado da píton, o tecido mole do jacaré se dissolve e seu esqueleto começa a se romper. A taxa metabólica da cobra aumenta consideravelmente para separar enzimas e ácidos suficientes para fazer a digestão (Foto: Stephen Secor/BBC)
Dia 3
As escamas e os ossos do jacaré aparecem sendo digeridos. Durante esses dias, a serpente fica praticamente imóvel e, assim, se torna mais vulnerável a possíveis ataques. (Foto: Stephen Secor/BBC)As escamas e os ossos do jacaré aparecem sendo digeridos. Durante esses dias, a serpente fica praticamente imóvel e, assim, se torna mais vulnerável a possíveis ataques. (Foto: Stephen Secor/BBC)
Dia 4
No raio-X é possível ver que restam apenas as partes mais resistentes da presa. As enzimas e bactérias do intestino da cobra trabalham a todo o vapor (Foto: Stephen Secor/BBC)No raio X é possível ver que restam apenas as partes mais resistentes da presa. As enzimas e bactérias do intestino da cobra trabalham a todo o vapor (Foto: Stephen Secor/BBC)
Dia 5
Restam apenas alguns fragmentos do jacaré. Nesse momento, a principal tarefa do aparelho digestivo da cobra é eliminar os gases do processo de digestão (Foto: Stephen Secor/BBC)Restam apenas alguns fragmentos do jacaré. Nesse momento, a principal tarefa do aparelho digestivo da cobra é eliminar os gases do processo de digestão (Foto: Stephen Secor/BBC)
Dia 6
A digestão termina. A partir desse ponto, segundo explica o biólogo, a píton pode ficar semanas ou até meses sem a necessidade de comer. (Foto: Stephen Secor/BBC)A digestão termina. A partir desse ponto, segundo explica o biólogo, a píton pode ficar semanas ou até meses sem a necessidade de comer. (Foto: Stephen Secor/BBC)







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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Esclarecimento sobre cobra gigante


BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS
Barra Velha e São João do Itaperiú SC








Caros Amigos leitores no dia 29 abril de 2015 foi publicado por William Fritzke no O CORREIO DO POVO uma matéria intitulada Cobra Gigante Corupá. 

Foto Redes Sociais
Foto Redes Sociais

Depois desta matéria ter ganhado a net o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, tem sido indagado via telefone, por cidadães da Cidade de São João do Itaperiú, sobre a localidade do acontecido, por este motivo o NPA vem esclarecer que a serpente foi encontrada no bairro Rio Natal na divisa dos Municípios de Corupá e São Bento do Sul Norte de SC. 

Conforme o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Corupá SC, Cláudio de Siqueira relatou na matéria, "que o homem foi surpreendido por duas cobras, mas uma acabou fugindo".

Conforme citado na matéria o animal tinha aproximadamente 3 metros de comprimento.(minha opinião analisando a imagem, é que a serpente tinha aproximadamente 2 metros de comprimento).

Lembramos a população de Barra Velha e  São João do Itaperiú SC, que o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) atende este tipo de Emergência, Resgatando animais Peçonhentos e Venenosos e animais silvestres que estejam causando risco a população pedimos aos cidadães que não tente matar ou capturar estes animais, nos comunique da presença deles e iremos Resgata-los. Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) possui pessoal Treinado e Qualificado para este tipo de Ocorrência.


Tel: de Emergência 34460000
José Roberto Cruz
Chefe do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA)




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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Apreensão de animais silvestres cresce no país


Crime inafiançável com detenção de seis meses a um ano e multa.  Essa é a pena para quem caça, persegue, mata, apanha e utiliza espécies da fauna brasileira sem a prévia autorização ou licença do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
O popular "Colerinha" é um dos animais silvestres mais capturados

No entanto essa prática é muito comum entre a população e a apreensão de animais silvestres cresce a cada dia. Os casos mais comuns de apreensão ilegal de animais são em relação aos pássaros silvestres, dentre os mais capturados estão os canários da terra, bicos de fogo, coleiras, trincas-ferro (conhecido como tia chica) e curiós. Vale lembrar que alguém pode ser punido mesmo que não se configure o ato de venda do animal, basta expor à venda - em cativeiro, gaiolas etc.
As pessoas que estiverem em posse de animais silvestres e entregá-los voluntariamente ao órgão ambiental competente, não deverão sofrer sanções e penas previstas. O animal entregue passa por um processo de reabilitação até, finalmente, ser recolocado no habitat natural.
Outra forma de contribuir para a preservação da biodiversidade e combater a prática é denunciar aos órgãos ambientais competentes. No Brasil, 395 espécies já foram extintas e outras centenas estão ameaçadas. A participação de cada cidadão no combate a prática ilegal de comercialização de animais é importante para salvar a fauna e garantir a rica biodiversidade do Estado e do país. Lugar de animal silvestre é na natureza.

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sábado, 9 de maio de 2015

XI Olimpíada Brasileira de Biologia-2015




O Núcleo de Proteção Ambiental  (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, parabeniza a todos os Alunos Classificados para a 2ª fase da
 XI Olimpíada Brasileira de Biologia-2015

XI Olimpíada Brasileira de Biologia-2015


As Olimpíadas de Ciências são eventos internacionais que contam com a assinatura da UNESCO. Fomentar tais eventos não significa promover a competição, mas sim despertar e estimular o interesse pelas Ciências, proporcionar novos desafios aos estudantes; aproximar a universidade do ensino médio e, principalmente, permitir que os estudantes descubram nas ciências latu-sensu e na Educação a capacidade de crescimento intelectual, econômico e social.
Com a participação da Alemanha Oriental, Bélgica, Bulgária, Polônia, União Soviética e Tcheco-Eslováquia no ano de 1990 foi realizada a I Intenational Biology Olympiad, que como todas as demais olimpíadas de ciências visava não somente premiar, mas principalmente constituir instrumento que atinja o louvável objetivo de cativar o interesse pela ciência.
Até a XV IBO (2005) a Argentina era o único país da América do Sul a participar da competição internacional. Nosso país vizinho participa na IBO desde 1994, tem histórico de vitórias em sua participação nas olimpíadas, conta com uma olimpíada nacional de diversas fases, e no último ano foi sede deste importante evento internacional.
O Brasil, que já participava de todas as demais olimpíadas internacionais de Ciências, devia representação apenas na Olimpíada Internacional de Biologia (IBO), ciência das mais emergentes em termos de descobertas e interesse dos alunos às suas diversas ramificações – Ciências Biológicas, Biomedicina, Biofísica, Enfermagem, Medicina, Medicina Veterinária, Farmácia, Nutrição, Microbiologia e Imunologia dentre outras.
Um país como o Brasil, líder no Projeto Genoma, que realizou o seqüenciamento da bactéria Xylella fastidiosa e que tem uma importantíssima biodiversidade, além de uma agricultura desenvolvida, precisa mostrar sua força na área biológica e o preparo de sua juventude.
Visando suprir esta lacuna, a Associação Nacional de Biossegurança- ANBio enviou em 2004 para Brisbane, Austrália (durante a XV IBO) um representante como observador que conseguiu o apoio do Comitê Olímpico Internacional para organizar a Olimpíada Brasileira de Biologia e a participação da delegação brasileira na IBO seguinte – The 16th International Biology Olimpyad, realizada em Julho de 2005.
Desde então a ANBio tem buscado parceiros visando promover a inclusão dos estudantes brasileiros na elite científica mundial e de forma crescente tem investido na organização, divulgação e treinamento dos alunos para a participação na OBB e IBO.
No dia 08 de maio de 2005 o Brasil deu um largo passo no sentido da Educação e divulgação científica. As provas realizaram-se em 16 Estados da Federação, onde candidatos de nível médio tiveram seus conhecimentos testados em 120 questões objetivas.
O maior desafio foi mostrar questões alinhadas com o currículo de Biologia dos países de ponta; a Olimpíada torna-se um norte à qualidade do ensino biológico; fomenta o interesse em Biologia e principalmente estreita a ponte entre a Universidade e o Ensino Médio contribuindo para a divulgação de novas descobertas, a inclusão social e a aprendizagem científica dos alunos.
Em 2005 foi a primeira vez que o Brasil enviou uma delegação à Olimpíada Internacional de Biologia, sob a coordenação da ANBio, contando como parceiros o Ministério da Educação- MEC, o Ministério da Ciência e Tecnologia, A Universidade federal do rio de Janeiro, e sócios coorporativos da ANBio que acreditaram na importância desta iniciativa.
A partir de 2007 alguns países latino-americanos, inclusive o Brasil, assumiram um novo compromisso – a realização da I Olimpíada Ibero-Americana de Biologia. A primeira participação na OIAB (Cidade do México) teve o Brasil como primeiro colocado geral (1 medalha de ouro, 1 medalha de prata e 2 medalhas de bronze), superando países como a Argentina, Espanha, México, Peru e Bolívia. Desde então, nossos alunos selecionados através da OBB vem participando da OIAB, sempre com excelentes resultados. A participação do Brasil na OIAB tem sido fundamental no estreitamento dos laços educacionais entre os países Ibero-Americanos e motivado a participação de outros países (ex. Costa Rica, Venezuela, Cuba, Chile).
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Lista dos Aprovados para a 2ª fase 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Macacos de rabo dourado



ED. 230 | ABRIL 2015

Faixa grisalha na testa e cauda laranja são características do Callicebus miltoni
Faixa grisalha na testa e cauda laranja são características do Callicebus miltoni

Nos últimos 15 anos, especialistas descreveram seis novas espécies de macacos do gênero Callicebus,atualmente com 31 espécies. Agora, vem a público mais uma: o Callicebus miltoni, assim chamado em homenagem ao primatologista Milton Thiago de Mello. Descrito por pesquisadores do Instituto para a Conservação dos Carnívoros Neotropicais (Pró-Carnívoros), do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e do Museu Paraense Emílio Goeldi, o Callicebus miltoni possui uma faixa grisalha na testa, costeletas e garganta ocre-escuras e cauda laranja (Papéis Avulsos de Zoologia, março). Caracterizados pela capacidade de delimitar território próprio e pelas vocalizações, principalmente nas manhãs, como forma de manter a distância entre os grupos, os animais dessa espécie foram avistados pela primeira vez em 2010 por Júlio César Dalponte, do Pró-Carnívoros, e parecem viver apenas em uma área de Floresta Amazônica limitada pelos rios Roosevelt e Aripuanã, nos estados de Mato Grosso e Amazonas. Metade dessa área encontra-se em terras protegidas (unidades de conservação ou reservas indígenas). Os animais desse gênero vivem nas árvores, reúnem-se em galhos entrelaçando as caudas e são chamados de zogue-zogue, ou rabo de fogo, pelos moradores das florestas em que vivem.

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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Conheça as Abelhas Africanas



São parentes das vespas e formigas, além das outras abelhas, é claro.

Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Hymenoptera
Subordem: Apocrita
Superfamília: Apoidea
Família: Apidae
Gênero: Apis
Espécie: Apis mellifera
Subespécie: Apis mellifera scutellata.


A abelha africana veio do leste da África em 1956.

A colmeia de abelhas-africanas é irregular por fora, mas por dentro é bem organizada, e até 80 mil abelhas podem viver juntas numa mesma colmeia. 

Existem diversas funções dentro da colmeia, e cada abelha sabe exatamente o que fazer.

As operárias passam por diversas funções durante a vida, conforme a idade que elas têm.

Todas, durante algum tempo fazem parte da equipe que faz cera . As abelhas usam a cera para fazer os alvéolos, e usam os alvéolos para colocar ovos e larvas.

Quando produzem cera, fazem a síntese dos açúcares que retiraram do néctar, que foi retirado das flores.

A cera é feita em glândulas que ficam na parte de baixo da barriga da abelha. A cera sai em flocos. As abelhas que produzem a cera passam os flocos para outro grupo de operárias, que mastigam a cera, para que fique mais maleável.

Para que seja maleável, a cera tem que estar na temperatura certa (35°C), por isso, um grupo grande de operárias trabalha para manter a colmeia na temperatura certa.

Se estiver frio demais as abelhas produzem calor vibrando os músculos de vôo.

Se estiver quente demais, as abelhas abanam as asas.

Para construir os alvéolos a operária ergue as paredes até ficarem um pouco maiores que uma abelha adulta, todas as paredes tem a mesma altura e grossura.

Os alvéolos são construídos com forma hexagonal, um do ladinho do outro, como pode ver na foto ao lado. Podem ser milhares de abelhas operárias em uma única colmeia.

Na natureza, o ninho é oval como uma bola de futebol americano, pendurado em um galho ou dentro de um tronco oco. Todos os alvéolos são inclinados para cima para que nada derrame.

Os alvéolos podem ser usados para guardar os ovos, para ser depósito de mel ou  depósito de pólen.

Existem também alvéolos onde a rainha põe os ovos e alvéolos maiores para as novas rainhas.

As larvas alimentam-se de uma mistura de mel, sucos estomacais (das operárias que mastigam), e pólen.

As rainhas nascem larvas comuns, mas modificam-se quando alimentadas com a geleia real, que é uma mistura de mel, pólen e secreções especiais.

A abelha africana possui comportamento muito agressivo, e muitas delas podem até matar uma pessoa ou animal.

A criação de abelhas chama-se apicultura.

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