segunda-feira, 30 de junho de 2014

Bothrops jararacussu





Bombeiro Voluntário
Barra Velha e São João do Itaperiú








Bothrops jararacussu Lacerda, conhecida vulgarmente como jararacuçujararacuçu-verdadeirosurucucu,surucucu-douradasurucucu-tapeteurutu-douradourutu-estrela e patrona , é uma víbora venenosa da família dos viperídeos. De até 2 m de comprimento e coloração dorsal variável entre cinza, rosa, amarelo, marrom ou preto, com manchas triangulares marrom-escuras. É encontrada na BolíviaBrasil (Bahia e Mato Grosso até o Rio Grande do Sul),Paraguai e Argentina.
Bothrops é uma junção dos termos grego bothros, "buraco" e ops, "face" ou "olho". É uma alusão à região sensível ao calor dessas cobras, que se localiza entre as narinas e os olhos. "Jararacuçu" vem do termo tupi para "jararaca grande" . "Surucucu" vem do tupi suruku'ku . "Urutu" vem do tupi uru'tu .
Na língua tupi (yara'raka), jararaca e uçu deriva de gûasu, "grande" . Ao pé da letra, "jararacuçu" significa "o que tem um grande bote venenoso". Um bote de jararacuçu pode atingir uma distância do tamanho dela mesma. Sendo assim, uma jararacuçu com, por exemplo, 1,5 metro de comprimento pode atingir seu alvo a 1,5 metro de distância. No Brasil, a maioria dos acidentes envolvendo pessoas picadas por cobras são atribuídos às picadas de jararacuçus.
A espécie tem dimorfismo sexual, sendo as fêmeas maiores que os machos e diferentes na coloração: ele é cinza e ela, amarelada. São muito temidas pela quantidade de veneno que podem injetar. Localizar uma jararacuçu no meio da floresta não é fácil porque ela possui uma camuflagem quase perfeita e, mesmo para olhos treinados, quase sempre passa despercebida.
As jararacuçus costumam tomar sol para se aquecerem durante o dia e preferem caçar à noite.
Os adultos alimentam-se de pequenos roedores e aves e os juvenis se alimentam de pequenos anfíbios, minhocas e até de alguns insetos.
A reprodução é vivípara, nascendo entre 16 e 20 filhotes no início da estação chuvosa.

José Roberto Cruz
Chefe do Núcleo de Proteção Ambiental

domingo, 29 de junho de 2014

BABA DE CARACOL, VENENO DE COBRA... TUDO VIRA COSMÉTICO


Baba de caracol veneno de cobra tudo vira cosmétic

Cada dia que passa, novos cosméticos surgem e surpreendem pela eficácia e, principalmente, pela formulação. Já foram criados produtos com componentes inusitados, mas a moda agora é utilizar substâncias exóticas para incrementar na produção. Dúvida?
Já ouviu falar em baba de caracol? A princípio, o que pode parecer um pouco nojento é, segundo pesquisadores da indústria farmacêutica espanhola, pode formar, com outros produtos, um creme final extremamente eficaz no combate às rugas.
Além da baba de caracol, o veneno da cobra tipo ‘cascavel’ é outro exemplo das excentricidades disponíveis no mercado dos cosméticos. Maurício Gaspari Pupo, professor de Cosmetologia e diretor da Consulfarma Assessoria Farmacêutica, em Campinas, conta que o veneno dessa cobra é ótimo para quem quer rejuvenescer.
"Depois de purificado, claro, ele é aplicado na pele (através de cremes), causando uma paralisia na região e resultando em um efeito igual ao do Botox , mas sem riscos", comenta o especialista.
Maurício acredita que, por mais que os produtos sejam diferentes, eles dificilmente serão ignorado pelas mulheres. Além de serem inovação, têm a vantagem de serem naturais. "A indústria da beleza é movida pela novidade. Uns produtos ficam, outros vão, mas sempre se precisa da novidade", conta.
"Além de manter a pele bonita e sadia, os cosméticos com substâncias exóticas visam também estender os seus benefícios a todo o organismo, buscando um equilíbrio saudável, pois os resultados estéticos dependem, principalmente, da saúde do corpo", completa Maurício, que também é consultor internacional em desenvolvimento e ingredientes cosméticos.
A vantagem dos produtos com extratos exóticos é que o princípio ativo deles (exatamente essas substâncias diferentes) é totalmente seguro, sendo assim, não apresenta riscos de alergias e reações adversas como os cosméticos comuns que costumamos encontrar em lojas. Mesmo assim, Maurício ressalta que os problemas acontecem quando esses ativos são misturados - durante o processo de produção do creme - com produtos prejudiciais à saúde, como derivados do petróleo, que podem causar câncer.
Atualmente, produtos com princípios ativos incomuns são vendidos apenas em farmácias de manipulação e, por conta disso, são mais baratos do que os disponíveis no mercado tradicional. Lembre-se sempre de garantir a segurança do produto, solicitando a manipulação de um cosmético 100% natural. Para quem tem doenças de pele, Maurício recomenda: "Eles podem solicitar o produto junto ao médico dermatologista".
saiba mais
http://vilamulher.com.br/beleza/rosto/baba-de-caracol-veneno-de-cobra-tudo-vira-cosmetico-2-1-14-319.html

LEPTOSPIROSE

Leptospirose é uma infecção aguda, potencialmente grave, causada por uma bactéria do gênero Leptospira, que é transmitida por animais de diferentes espécies (roedores, suínos, caninos, bovinos) para os seres humanos. Esse micro-organismo pode sobreviver indefinidamente nos rins dos animais infectados sem provocar nenhum sintoma e, no meio ambiente, por até seis meses depois de ter sido excretado pela urina.
O contágio se dá pelo contato direto com a urina dos animais infectados ou pela exposição à água contaminada pelaLeptospira, que penetra no organismo através das mucosas e da pele íntegra ou com pequenos ferimentos, e dissemina-se na corrente sanguínea.
No Brasil, os ratos urbanos (ratazanas, ratos de telhado e camundongos) são os principais transmissores da doença e o número de casos aumenta na estação das chuvas, por causa das enchentes e inundações. Infelizmente, o risco não desaparece depois que o nível das águas baixa, pois a bactéria continua ativa nos resíduos úmidos durante bastante tempo.
Sintomas
A doença pode ser assintomática. Quando se instalam, os sintomas são febre alta que começa de repente, mal-estar, dor muscular (mialgias) especialmente na panturrilha, de cabeça e no tórax, olhos vermelhos (hiperemia conjuntival), tosse, cansaço, calafrios, náuseas, diarreia, desidratação, exantemas (manchas vermelhas no corpo), meningite.
Em geral, a leptospirose é autolimitada, costuma evoluir bem e os sintomas regridem depois de três ou quatro dias. Entretanto, essa melhora pode ser transitória. Icterícia, hemorragias, complicações renais, torpor e coma são sinais da forma grave da doença, também conhecida como doença de Weil.
Diagnóstico
Na fase inicial, a leptospirose pode ser confundida com outras doenças (dengue, gripe, malária, hepatite), porque os sintomas são parecidos. Por isso, é muito importante estabelecer o diagnóstico diferencial por meio de exames sorológicos ou pelo isolamento da bactéria em cultura, no sangue ou no líquor.
Tratamento
Quanto antes for instituído o tratamento da leptospirose, maior será a chance de evitar a evolução para quadros mais graves da doença, que sempre requerem internação hospitalar.
A conduta inclui cuidados com a hidratação, uso de antibióticos, entre eles a penicilina, e de medicamentos para aliviar os sintomas. No entanto, devem ser evitados aqueles que contêm ácido acetilsalicílico, porque aumentam o risco de sangramentos.
Recomendações
* Observe as medidas básicas de higiene. Embale bem o lixo, ferva a água ou coloque algumas gotas de hipoclorito de sódio ou de água sanitária antes de beber ou cozinhar;
* Lave bem os alimentos, especialmente frutas e verduras que serão consumidas cruas;
* Vacine seu animal e mantenha rigorosamente limpas as vasilhas em que são servidos alimentos e água;
* Não deixe as caixas d’água destampadas;
* Use luvas e botas de borracha se trabalhar em ambientes que possam ser reservatórios da Leptospira;
* Não se automedique, se suspeitar de infecção pela bactéria da leptospirose.

fonte http://drauziovarella.com.br/letras/l/leptospirose/

quinta-feira, 26 de junho de 2014

veneno de cascavel para criar cola biológica


Brasileiros usam veneno de cascavel para criar cola biológica

Redação do Site Inovação Tecnológica - 24/06/2014

Brasileiros criam cola biológica usando veneno de cascavel
A cola foi desenvolvida a partir da mistura de uma enzima extraída do veneno da cascavel com fibrinogênio de sangue de grandes animais. [Imagem: Cevap/Unesp]
Selante de fibrina
Pesquisadores da UNESP (Universidade Estadual Paulista), em Botucatu (SP), desenvolveram uma cola biológica a partir do veneno da cobra cascavel (Crotalus durissus terrificus).
Por ser um produto biológico, a cola - que os pesquisadores chamam de selante de fibrina - terá uso primordial em medicina e estudos avançados de terapia celular, sobretudo envolvendo células-tronco.
A cola foi desenvolvida a partir da mistura de uma enzima extraída do veneno da cascavel com fibrinogênio de sangue de grandes animais.
Fibrinogênio é uma proteína envolvida na coagulação do sangue, funcionando como matéria-prima a partir da qual o organismo produz a fibrina necessária para estancar a perda sanguínea em um ferimento.
A equipe demonstrou que o selante de fibrina possui uma estrutura tridimensional capaz de segurar e manter células-tronco no local onde devem se desenvolver.
O material não causou rejeição, mostrando-se uma alternativa eficaz e de baixo custo para a engenharia de tecidos e engenharia celular.
"O selante de fibrina tem um baixo custo de produção, não transmite doenças infecciosas a partir de sangue humano e tem propriedades de um andaime adequado para as células estaminais porque permite a preparação de suportes diferenciados, que são adequados para todas as necessidades", explica o professor Rui Seabra Ferreira Júnior.
Patente e desenvolvimento
A UNESP depositou um pedido de patente para garantir os direitos de criação intelectual sobre o desenvolvimento do produto biológico.
O INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) deverá avaliar a pertinência de realizar uma extensão internacional do pedido de patente, visto que o depósito garante a proteção somente em território brasileiro.
O esforço agora será encontrar parceiros da iniciativa privada que se interessem em produzir e comercializar o selante de fibrina.
Para isso, deverão ser feitos investimentos em desenvolvimento - o escalonamento e a criação de um produto comercial a partir dos passos desenvolvidos em laboratório.
O mais recente artigo científico sobre o selante de fibrina mereceu destaque na capa da plataforma científica BioMed Central, que reúne resultados publicados em mais de 250 revistas científicas.

fonte http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cola-biologica-veneno-cascavel&id=010160140624#.U6xDTfnxplu

ATIVIDADES DO HOSPITAL VITAL BRAZIL

Assistência médica aos pacientes picados por animais peçonhentos


Hospital Vital Brazil (HVB) foi fundado no final de 1945 para atender pacientes picados por animais peçonhentos. Hoje, mais de 90.000 prontuários registram o volume de pessoas que, após cinqüenta anos, vêm-se beneficiando dos estudos iniciados pelo Dr. Vital Brazil.

Funcionando ininterruptamente, com médicos 24 horas por dia, o HVB dispõe de 10 leitos para o atendimento pacientes picados por animais peçonhentos. Aqueles que necessitam soroterapia são internados e acompanhados pela equipe especializada, enquanto um serviço de pronto-atendimento funciona para esclarecimento diagnóstico e consultas ambulatoriais. O HVB está situado dentro do Instituto Butantan, ao lado do heliponto.

Desenvolvimento de estudos clínicos e epidemiológicos relacionados aos acidentes humanos causados por animais peçonhentos

Além da assistência a pacientes, o Hospital tem também importante papel na pesquisa clínica e padronização de procedimentos terapêuticos para os acidentes causados por animais peçonhentos no Brasil. 

As principais linhas de pesquisa desenvolvidas no HVB estão relacionadas à terapêutica dos acidentes humanos causados por animais peçonhentos como serpentes, aranhas, escorpiões e lagartas. Com o objetivo de diminuir a morbidade e letalidade causados pelos envenenamento e reduzir reações aos antivenenos, ensaios clínicos têm sido realizados para avaliar a eficácia de diferentes tratamentos empregados neste tipo de agravo.

Programas de treinamento a profissionais da saúde e guias para o diagnóstico e tratamento dos acidentes humanos causados por animais peçonhentos

O HVB recebe médicos, estudantes de Medicina, enfermeiros e outros profissionais de saúde para treinamentos e estágios voluntários. Os técnicos do hospital participam ainda de cursos no próprio Instituto [visite também: Cursos e Estágios , dão aulas em hospitais, faculdades e outras instituições de ensino e pesquisa. Como serviço de referência no Estado de S. Paulo, o sHVB participa da elaboração de normas técnicas e capacitação de equipes para atendimento aos pacientes e realiza assessoria técnica ao Ministério da Saúde.


saiba mais
http://www.butantan.gov.br/home/hospital_vital_brasil.php

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Pontos de Ataque das Serpentes






Bombeiro Voluntário
Barra Velha e São João do Itaperiú








Prevenção

Evite acidentes com serpentes usando luvas e botas de cano longo.




Prevenção de acidentes Ofídicos





Bombeiro Voluntário
Barra Velha e São João do Itaperiú





Acidentes com Serpentes
Como prevenir

Nunca esqueça que a natureza não é seu jardim!
Olhe sempre onde anda e no que toca. 


 

  • Conheça as cobras locais. Conheça o tipo de lugares onde estes animais gostam de viver e se esconder, saiba em que época do ano, as horas do dia / noite ou em que tipos de tempo eles têm mais probabilidade de serem ativos.
  • Ser especialmente vigilante sobre possibilidade de picadas de cobras, após as chuvas, durante inundações, na colheita e a noite.
  • Evite as serpentes, tanto quanto possível. Nunca manipular, ameaçar ou atacar uma cobra e nunca encurrala-la intencionalmente em um canto ou espaço fechado.
  • Se for possível, tentar evitar dormir no chão. Você pode rolar em uma cobra durante o sono, ou uma cobra pode se aninhar ao seu lado para se aquecer.
  • Mantenha as crianças longe das áreas conhecidas como infestadas de cobras.
  • Tome muito cuidado quando manusear cobras mortas ou que parecem estar mortas Algumas cobras fingem estar mortas para evitar ataques.
  • Nunca andar descalço. O uso dos sapatos, botinas sem elásticos, botas ou perneiras .deve ser obrigatório. Dependendo da altura do calçado, os acidentes podem ser evitados na ordem de 50 até 70%. Olhar sempre com atenção o local de trabalho e os caminhos a percorrer.
  • Usar luvas de couro nas atividades rurais e de jardinagem. Nunca colocar as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, entre espaços situados em montes de lenha ou entre pedras.
  • Não colocar as mãos em tocas para pegar pelo rabo o tatu que é visto ao entrar; esta é a melhor maneira de ser picado por cascavéis que se abrigam nesses locais.
  • Não utilizar diretamente as mãos ao tocar em sapé, capim, mato baixo, montes de folhas secas; usar sempre antes um pedaço de pau, enxada ou foice, se for o caso. Esse tipo de cuidado pode evitar até 20% dos acidentes que acontecem nas mãos e no antebraço.
  • Vedar frestas e buracos em paredes e assoalhos.
  • Ao entrar nas matas de ramagens baixas, ou em pomar com muitas árvores, parar no limite de transição de luminosidade e esperar sempre a vista se adaptar aos lugares menos iluminados. A adaptação da visão ao local menos claro ou à penumbra em dia de luminosidade intensa é mais lenta e a falta de cuidado nesse instante pode provocar acidentes ofídicos nos braços, nos ombros, na cabeça e rosto.
  • Cuidado ao subir em árvores, Jararacas costumam subir nelas. Acidentes ofídicos nos braços, nos ombros, na cabeça e rosto são comuns desta maneira.
  • Se por qualquer razão tiver que abaixar-se, além de olhar bem o local, procurar bater a vegetação ou as folhas, principalmente no trabalho de limpeza de covas de café. A coloração da cascavel se confunde muito com a das ramagens e folhas secas dessas plantações e há casos de acidente ofídico devido a esse tipo de camuflagem, porque a pessoa não enxerga a serpente.
  • Não depositar ou acumular material inútil junto à habitação rural, como lixo, entulhos e materiais de construção. Manter sempre uma calçada limpa ao redor da casa. Essa faixa pavimentada junto às paredes tem várias utilidades: evita penetração de umidade nos alicerces, impede o contato com capim ou grama dos jardins e principalmente portas, que normalmente devem estar fechadas e ter um mínimo de vão no solo. Lembrar os casos de acidentes ofídicos dentro de casa.
  • Evitar trepadeiras muito encostadas a casa, folhagens entrando pelo telhado ou mesmo pelo forro.
  • Procurar controlar o número de roedores existentes na área de sua propriedade. Não se esquecer de que ao lado dos outros problemas de saúde pública, a diminuição do número de roedores irá comprometer o ciclo biológico das serpentes venenosas que deles se alimentam. Só isso diminuirá fatalmente a fauna ofídica da região.
  • Não montar acampamento junto a plantações, pastos ou matos denominados “sujos”, regiões onde há normalmente roedores e maior número de serpentes.
    Não fazer piquenique às margens dos rios ou lagoas, deles mantendo distância segura, e não encostar em barrancos durante a pescaria.
  • Nas matas ou nas beiradas das entradas, em acampamentos ou piqueniques, nunca deixar as portas do carro abertas, principalmente ao anoitecer. Mesmo durante a troca de pneu, ter essa precaução. A falta de cuidado deixa o motorista posteriormente preocupado com a possibilidade de ter uma serpente dentro do carro.
  • O manuseio de serpentes vivas deve ser feito com laço de Lutz ou com ganchos apropriados, por pessoas treinadas e com aptidão para o ofício.
    Não tocar nas serpentes, mesmo mortas, pois por descuido ou inabilidade há o risco de ferimento por esbarro nas presas venenosas. Nos Institutos de pesquisa dedicados também ao trabalho com serpentes venenosas vivas, os acidentes ocorrem em laboratórios ou em serpentários com técnicos especializados com extração de veneno na ordem de 1:10.000 extrações. Este risco é inerente ao trabalho e pode ser evitado pelo uso de gás carbônico, que tem a dupla finalidade de provocar a anoxia da serpente e deixá-la inerte alguns segundos, tempo suficiente para extrair o veneno e não traumatizá-la com contenção mais violenta.
  • Não assustar as pessoas com serpentes, aranhas ou escorpiões, mesmo que sejam de brinquedo; o medo inato pode trazer conseqüências imprevisíveis.
  • No período noturno, nos sítios ou nas fazendas, chácaras ou acampamentos, deve ser evitada a vegetação muito próxima ao chão, gramados ou até mesmo jardins.
  • Não matar, não deixar matar e não espantar da região as emas, as sirienasos gaviões, inimigos das serpentes, os quais, assim como o gambá ou cangambá, matam e comem cobras. O gambá, animal implacavelmente morto pelo homem nos sítios e nas fazendas.
  • Animais domésticos como galinhas e gansos, em geral, afastam as serpentes das áreas mais próximas as habitações.


José Roberto Cruz
Chefe do Núcleo de Proteção Ambiental