domingo, 5 de julho de 2015

Os venenos na mesa do brasileiro

29/03/2015 - Dos cinco pesticidas condenados recentemente pela Organização Mundial de Saúde, quatro são usados com frequência nas lavouras do país. Anvisa promete reavaliar a liberação de um deles, mas não há prazo para conclusão do estudo

WARNER BENTO FILHO

Agrotóxicos condenados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na última semana continuam liberados no Brasil, apesar de alertas de especialistas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a quem cabe a reavaliação dos venenos. A Agência Internacional de Pesquisas do Câncer (Iarc, na sigla em inglês), órgão da OMS, classificou cinco pesticidas como "provavelmente" ou "possivelmente" carcinogênicos. Quatro deles são liberados no Brasil: glifosato, malation, diazinon e parationa metílica.
O glifosato, ingrediente ativo do herbicida roundup, desenvolvido pela empresa Monsanto, é o veneno agrícola mais vendido no mundo. No Brasil, foram comercializadas, em 2013, 186 mil toneladas da substância, usada, principalmente, em lavouras de soja transgênica.
Em 2008, a Anvisa resolveu reavaliar a liberação do glifosato. Para isso, contratou a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que reuniu sete especialistas para a elaboração de uma nota técnica. O documento entregue à Avisa condenava o uso do glifosato, com base em pesquisas científicas que indicavam o potencial cancerígeno. Até hoje, porém, o agrotóxico continua liberado e o consumo é crescente nas lavouras do País.
Por meio de nota, a Anvisa informou que não há prazo para a conclusão do processo, mas que o caso terá prioridade depois da divulgação do estudo da Iarc. "Seguramente, as conclusões da Iarc serão relevantes na conclusão da reavaliação", diz a nota.
O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) informou que pautará o assunto no Conselho Consultivo da Anvisa, do qual participa. "É preciso finalizar urgentemente a reavaliação. Proibir seria o ideal", propõe a nutricionista do instituto Ana Paula Bortoletto. "Antes, se dizia que os agrotóxicos eram necessários para acabar com a fome no mundo. Hoje, sabemos que isso não é verdade", diz.
Controvérsia - A Monsanto nega que o glifosato cause câncer e garante que o produto é seguro para a saúde humana e para o meio ambiente. De acordo com a Iarc, há "evidências limitadas de carcinogenicidade em humanos" e "suficiente evidência de carcinogenicidade em animais". A classificação do glifosato como "provavelmente" cancerígeno pela agência se baseia em estudos desenvolvidos nos Estados Unidos, no Canadá e na Suécia. Além destes, há uma série de pesquisas que apontam na mesma direção. A Monsanto, no entanto, coleciona outras indicando a segurança do produto, incluindo análise do BfR, órgão alemão responsável pela liberação do glifosato na União Europeia, na qual se lê que a decisão da Iarc foi "surpresa", já que "outras avaliações realizadas por órgãos supranacionais concluíram o contrário".
De acordo com a Iarc, o glifosato está ligado ao desenvolvimento de linfomas não-hodgkin, que incluem mais de 20 tumores diferentes. O INCA indica que o número de casos desse tipo de câncer duplicou nos últimos 25 anos.
Resistência - O uso do glifosato no Brasil aumentou quase 200% entre 2002 e 2011. Passou de 44 mil para 132 mil toneladas por ano. O incremento é muito maior que o crescimento da área plantada, que passou de 54,5 milhões de hectares para 71,1 milhões - 31% a mais - no mesmo período. Ou seja: os agricultores passaram a usar mais herbicida por área plantada. Esse aumento pode ser explicado, segundo especialistas, pelo desenvolvimento de resistência das plantas ao agrotóxico.
De acordo com a médica toxicologista Márcia Sarpa de Campos Mello, do Inca, o aparecimento do câncer pode ocorrer até 30 anos depois da exposição ao agente causador. Daí a dificuldade em fazer a relação.
A grande barreira, porém, no controle dos agrotóxicos, segundo especialistas, é a pressão econômica da indústria química. Esse mercado movimentou no Brasil R$ 13 bilhões em 2011, de acordo com estudo da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). No mesmo ano, o orçamento da Anvisa, para bancar toda a estrutura e ações de fiscalização da agência, foi de cerca de 3% desse total: R$ 400 milhões.
O ex-gerente de toxicologia da Anvisa Luiz Cláudio Meirelles, que estava à frente dos processos de reavaliação, foi exonerado do cargo em 2012, depois de denunciar irregularidades na liberação de agrotóxicos. "É preciso adotar o princípio da precaução. Conforme as pesquisas avançam, aparecem novas evidências contra os venenos", diz o ex-gerente, agora pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública. (Correio Braziliense)

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sábado, 4 de julho de 2015

Espécie de aranha considerada extinta há 100 anos é redescoberta no Reino Unido

16 de junho de 2015

Exemplares de Hypsosinga heri, uma espécie de aranha considerada extinta há 100 anos, foram encontrados no Reino Unido. Os últimos registros desta espécie datavam de 1898 e a descoberta foi feita durante um levantamento de borboletas.
Voluntários flagraram duas aranhas fêmeas entre flores na reserva natural do Lago Radipole em Weymouth, no condado de Dorset, no sudoeste da Inglaterra, durante um levantamento de borboletas. As descobertas foram feitas há alguns meses. Os voluntários fotografaram estes animais e a descoberta foi confirmada pela Sociedade Aracnológica Britânica.
aranha
Apesar de tudo, somente fêmeas foram encontradas até agora, sendo que perto da reserva de Lodmoor já foram avistadas mais fêmeas. “Agora a grande pergunta é: onde estão os machos?”, brincou Allan Neilson, voluntário da RSPB. Os pesquisadores agora trabalham com a hipótese de partenogênese.
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Por que não matar as nossas cobras







BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS
Barra Velha e São João do Itaperiú SC







Desde as mais antigas estórias, as serpentes têm sido para o homem objetos de curioso fascínio, como causadores tanto de medo quanto de veneração. A própria bíblia, em seu simbolismo, não deixou de usar uma cobra como veiculo do mal. Alguns pesquisadores como WILSON (1984) chegaram mesmo a pensar a ofidiofobia como um produto da própria evolução humana. A intensa sensação que as cobras provocam nos seres humanos foi salientada por MORRIS & MORRIS (1965), ao se referirem às afirmativas de 11.960 crianças que responderam a um questionamento da televisão da Grã-bretanha, no qual se indagava quais os animais que menos gostavam; 27% das crianças citaram as serpentes. 

            DODD (1987), baseando-se nos registros de literatura especializada, revela que 186 espécies e subespécies de serpentes da terra estão ameaçadas ou necessitam de conservação ou manejo.  Segundo WILCOX & MURPHY (1985), a maior ameaça às serpentes é a destruição de seu habtat, o que resulta na eliminação física tanto dos animais como de seus ecossistemas. Com a fragmentação das populações restantes que têm seus tamanhos reduzidos, há perda potencial de sua diversidade genética. O comercio internacional de serpentes, para fabricação de itens e acessórios, ou ainda sua venda como animais de estimação, realizados, segundo HONEGGER (1978), desde 1920, constitui em fortes ameaças a este grupo. Segundo DODD (1987) que copilou dados estatísticos das cinco espécies mais comumente exploradas para os Estados Unidos, três delas (Boa constrictor, Eunectes murinus e Eunectes notaeus) fazem parte da fauna brasileira. HEMLEY (1983) afirma que, em 1982, produtos oriundos de Boa constrictor renderam mais de 813 mil dólares em três meses.

            Mas por que devemos nos preocupar em preservar as serpentes se, segundo a maioria de nossa população, estes animais só servem para causar graves acidentes a humanos e a animais domésticos? Na realidade, cerca de 20% dos acidentes provocados pelas espécies peçonhentas não levam a envenenamento e em 50% dos acidentes em que há envenenamento, a vitima escapa com leves ou mesmo nenhum problema. Além disso, segundo MÉIER (1990), com base em estatísticas internacionais, a mortalidade devido a picadas de serpentes é menor que 10% e quando são tomados os cuidados médicos específicos este porcentual cai para menos de 1%. Afinal, ainda poderíamos questionar: podem as serpentes ter alguma utilidade para o homem? Em nada adiantaria a justificativa de que são elas que oferecem o veneno para a produção dos soros que representam até o presente, o único tratamento cientificamente indicado para acidentes por serpentes peçonhentas. Pois ainda teríamos argumentos de que, se não existissem as serpentes não aconteceriam os acidentes ofídicos. Poderíamos até, na tentativa de justificar algumas utilidades das serpentes, referir-nos ao tão decantado papel que estes animais ápodos teriam na natureza, principalmente como predadores de animais nocivos ao homem, como p. ex., certos roedores. Embora muitas cobras se alimentem destes animais, segundo PORTER & TRACY (1964), para que as serpentes tenham impacto significativo sobre as populações de suas presas, seria necessário que os níveis da biomassa daqueles predadores se aproximassem soa níveis dos animais predados.

            Todavia, acreditamos que somente as já conhecidas utilidades medicas de algumas das mais de 400 proteínas isoladas até o presente dos venenos das serpentes, justificariam a afirmativa de que estes animais devem ser preservados. Daí é que, com base na obra editada por LEE (1979), e principalmente apoiados em KINICHI & ISHIMARU (1990), MARKLAND (1990), MEBS (1990), STOCKER (1990 a), STOCKER & MÉIER (1990) e VOGT (1990), supomos valido compilar alguns dados sobre o uso das proteínas dos venenos das serpentes em beneficio dos seres humanos.

José Roberto Cruz
Chefe - Núcleo de Proteção Ambiental NPA

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Como saber se a planta é venenosa?

 Antúrio (Anthurium sp)
Por mais belas que sejam as plantas podem também fazer mal. No nosso dia a dia vivemos com lindas plantas e deliciosas até, mas também convivemos com vegetais que podem nos causar mal. São as conhecidas plantas toxicas, que podem ocasionar até a morte ou deixar um ser humano ou animal muito mal.
Plantas venenosas são comuns em diversas partes do mundo. No Brasil encontramos mais de 20 espécimes que podem fazer mal, algumas tão semelhantes a plantas que conhecemos que acabamos por confundir e ingerir. Crianças são as maiores vitimas porque tendem a usar sua curiosidade para colocar a planta na boca e acabam se contaminando.

Alamanda amarela (Allamanda cathartica)

O Que é Uma Planta Venenosa?

Dizemos que uma planta é venenosa quando ela pode causar mal ao ser humano. Ela pode causar uma intoxicação do tipo aguda por sua ingestão seja por crianças ou por adulta ou crônica, que decorre da ingestão continuada, intencional ou não.
A planta pode ser toxica sem também conter veneno. Estamos falando aqui das alergias, em que as pessoas sofrem com a exposição continuada. Os sintomas são manifestações cutâneas em decorrência do contato sistemático com vegetais. E pela utilização continuada de certas espécies vegetais sob a forma de pó para inalação, fumos ou infusões, a fim de obter efeitos alucinógenos ou entorpecentes.
Mas, ao contrario do que alguns filmes fantasiosos contam na tela, as plantas venenosas não expiram veneno ou mordem. Há sim plantas carnívoras mas essas são raras e apenas mordem, não conseguem ferir de fato gravemente uma pessoa. A infecção causada por uma planta venenosa geralmente é quando ingerida ou ao toque, caso da urtiga que causa coceira.
As plantas são venenosas por diversos motivos. Um deles é sua defesa, pois animais podem destruí-las. O veneno faz com que espécimes vivas avisem umas as outras e as plantas fiquem a salvo. Outro motivo é que as vezes não é um veneno mesmo, apenas faz mal ao consumo humano. O que seria considerado um veneno, por exemplo, seria o cogumelo, mas é usado como alucinógeno em chá para ingestão humana.

Tinhorão (Caladium bicolor)

Como Saber Se Uma Planta é Venenosa?

Apenas conhecendo os espécimes é que se pode ter certeza que uma planta é venenosa ou não. Infelizmente olhando sem conhecer as plantas não dá, pois elas são bem semelhantes e como em qualquer jardim, tudo que é verde parece igual, não mesmo? Mas alguns sinais podem alertar a quem não conhece como plantas com cores fortes demais e que não são comuns em sua terra. Plantas estranhas a sua rotina visual são fortes candidatas a serem venenosas.
A planta não emana veneno, mas você pode se intoxicar com ela. Isso pode acontecer pelo toque ou ingestão de planta, comum em crianças que curiosas acabam por ingerir pela cor que deixa uma aparência de um bom sabor.
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Imunização Ativa X Passiva

Na imunização ativa, o organismo é estimulado a produzir anticorpos e células de memória. Esta imunização pode ser por infecção natural ou por meio de vacinação.

Por outro lado, a imunização passiva é a transferência de anticorpos de organismo para outro. A proteção oferecida pela imunização passiva é imediata, porem de curta duração, geralmente por alguns dias.

Durante a gestação, ocorre a imunização passiva naturalmente adquirida quando os anticorpos maternos atravessam a placenta e migram para o feto. Recém nascidos também tem a imunização passiva através da amamentação, pois o colostro e o leite materno são fontes importantes de anticorpos que conferem proteção nos primeiros meses de vida.

A imunização passiva também ocorre com o tratamento curativo, quando anticorpos são administrados como medicamento. Esses anticorpos podem ser produzidos pro outros indivíduos, por animais imunizados ou até mesmo anticorpos clonados.

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Soros e Vacinas - Instituto Butantan

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Cresce o número de queimaduras causadas por potó em Teresina



Image titleCom o fim do período chuvoso, um dos bichinhos mais temidos pelos Teresinenses são os potós. Os potós são perigosos e podem causar o maior estrago na nossa pele. Por serem atraídos pelo calor, normalmente procuram dobras do nosso corpo como no pescoço, junções dos braços e das pernas.
potó é conhecido pelo nome científico depaederus irritans, parece com uma formiga, mas na verdade ele faz parte da família dos besouros, e é muito comum na região norte e nordeste.
O besouro não sai por ai “mijando”, na verdade esses bichinhos possuem glândulas pigidiais no abdome que secretam uma substância com propriedades cáusticas e vesicantes (causadora de vesícula) para a pele. O ataque dos potós causa uma queimadura do tipo química que resultam em eritema, coceira, bolhas e ulcerações. A lesão causada pelo Paederus é conhecida como Dermatite purulenta e em alguns casos demora de 15 a 20 dias para sair da pele.
Quando perceber que o potó entrou em contato com sua pele o melhor a fazer não é matar, porque ele não possui orgão excretor e a substância que ele libera acontece no momento do trauma que você causa a ele. O certo é retirar o inseto da pele com um assopro ou usando um pedaço de papel nunca esmagando o inseto.
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Se mesmo assim você foi vítima do besouro, o melhor a fazer é lavar a lesão com água e não usar nada caseiro. Se a lesão apresentar alguma infecção procure um demartologista./Uma coisa que precisa ser dita é que a queimadura é proporcional a quantidade de Pederina liberada durante o trauma, então quanto mais ele esfregar maior a chance de espalhar essa substância e aumentar a queimadura.
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Ordem Coleoptera (Besouros)

São insetos muito conhecidos. possuem asas anteriores em forma de estojo que serve de pro que tem a função do voo.

As famílias de coleópteros brasileiros de interesse médico são: Meloidae e Staphilinidae. Outras duas famílias de besouro, a Carabidae e a Cerambycidae podem "morder" através das mandíbulas  mas não se enquadram como insetos venenosos.

Família Meloidae: o tamanho dos meloídeos varia de 15 a 35 mm. A coloração é na maioria dos casos escura (marrom ou negra). Os meloídeos adultos são geralmente destruidores de plantas uteis como: batata, tomate e beterraba. As especies mais comuns em nossa fauna pertencem ao gênero Epicauta e são popularmente chamados de vaquinha, burrinho, papa-pimenta e póto-grande.

O interesse ligado a esses besouros deve-se ao fato deles possuírem uma substancia, a cantaridina, que por ocasião do contato do inseto com a pele humana, é expelida pela boca ou pelas articulações membranosas do corpo, causando vesículas semelhantes a queimaduras.

Família Staphylinidae: os besouros desta família são alongados e de comprimento entre 1 a 10 mm, geralmente de cor azul ou verde-brilhante. Os estafilinídeos que causam acidentes pertencem ao gênero Paederus e são popularmente chamados de pótos. Esse besouro é encontrado em plantações de feijão, batata, algodão, cana, milho e gramíneas ao longo das margens de rios. O póto possui duas bolsas próximo ao ânus que expelem uma secreção vesicante, que produz queimaduras. A substancia caustica do póto, a pederina, é mais ativa que a cantaridina dos meloídeos.

Fonte: 
Animais Venenosos Instituto Butantan

Homenagem a todos os Bombeiros





Caros amigos leitores, hoje dia 02 de julho e o dia dos Bombeiros, por esta razão peço licença a todos para falar desta importante data para todos os Bombeiros, não importando se é Bombeiro Voluntário, Bombeiro Militar, Bombeiro Comunitário ou Bombeiro Profissional Civil, em meu entendimento Bombeiro é Bombeiro.

A partir do momento em que o homem deixou de ser nômade, para fixar-se em uma terra, a preocupação e o combate ao fogo tornaram-se indispensáveis para proteger a humanidade da ameaça que ele representava.

Ao longo da história, grandes incêndios marcaram as sociedades ao redor do mundo e, a partir dessas tragédias, foi preciso criar uma corporação de combate ao fogo. Surge a primeira concepção do Corpo de Bombeiros.

Com os séculos, estas organizações evoluíram e a invenção de bombas e mangueiras de incêndio deram origem a uma nova era na luta contra o fogo. Era o fim dos baldes e o começo do ataque aos incêndios, com o lançamento de jatos de água em várias direções.

No Brasil, a história do Corpo de Bombeiros começa em 1856, no dia 2 de Julho. O Decreto, assinado pelo Imperador Dom Pedro II, instituiu o Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, no Rio de Janeiro. Foram reunidas as seções de Bombeiros que existiam para o serviço de extinção de incêndios na Casa do Trem (Arsenal de Guerra). 

Bombeiros Voluntários em Santa Catarina


imagem net

Mais que uma profissão,
uma missão de vida para salvar vidas




Bombeiros Voluntários são sociedades civis autônomas, de direito privado, com certificado de entidade filantrópica, que sobrevivem de contribuições e doações da comunidade em geral e pessoas jurídicas, uma subvenção municipal e conquistaram, também, institucionalmente, o direito de receber, sistematicamente, uma subvenção financeira do Governo Estadual desde 1991.

Estão representados pela Associação de Bombeiros Voluntários no Estado de Santa Catarina, fundada em 1994, quando existiam apenas 11(onze) corporações voluntárias no Estado, atualmente são 43 (quarenta e três) corporações, atuando com integrantes civis, com qualificação e treinamento para poder prestar o serviço. São 3.741 homens que se dedicam com empenho especial, sob regime de voluntariado, sempre pronto para a execução de serviços de combate a incêndios, busca e salvamento, prestação de socorros em caso de emergências, desabamentos, inundações, catástrofes e calamidades públicas.


Um pouco da História dos
 Bombeiros Voluntários

foto atual da frota
 Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú


1638/1715 - Na França, reinado de Luiz XIV surgiu os "Corps dês Pompiers"; Na Inglaterra um pouco adiante surgem os Firomem (Homens de Fogo):

1794 - Surge a Associação dos Bombeiros do Porto, Portugal, pelas mãos de Guilherme Gomes Fernandes (brasileiro nascido na Bahia), considerado O MAIOR BOMBEIRO DO MUNDO;

1841 - Na Alemanha, em Meissen em 1846 Durlach nasce  a Segunda Corporação. Em seguida em Berlin, 1851, o Primeiro Corpo de Bombeiros Profissional Civil;

1892 - Em Joinville/SC nasce oficialmente o Serviço dos Bombeiros Voluntários do Estado de Santa Catarina com a Sociedade de Bombeiros Voluntários, pioneira no Brasil e América Latina;



1994 - Buscando integração com a comunidade nasce a Associação de Bombeiros Voluntariosos d Santa Catarina;



1995 - Criado o Corpo de Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú, sua manutenção vem de doações via conta da luz, pessoa física e jurídica;



Feliz Dia do Bombeiro a todos os 
Profissionais do Fogo


José Roberto Cruz
Chefe - Núcleo de Proteção Ambiental NPA