quarta-feira, 20 de maio de 2015

Porque as cobras hibernam?



Hibernação

Serpentes saindo da hibernação ( foto da net) 

Hibernação é o período da vida do animal em que ele diminui consideravelmente seu metabolismo e permanece em estado dormente durante períodos de frio. Pelo fato das serpentes não possuírem meios de manter a temperatura de seu corpo acima da do ambiente em que ela vive, as espécies que vivem em regiões temperadas, como América do Norte, Europa e sul da África, precisam achar um lugar seguro e livre do frio, no qual elas possam passar os períodos frios do ano. Dependendo da região que elas habitam, as serpentes podem ficar em completa hibernação, permanecendo completamente adormecidas por vários meses. No entanto, o que ocorre mais freqüentemente é o animal ficar em semi-hibernação, diminuindo e aumentando sua atividade, durante o inverno, de acordo com as variações de temperatura.

No cativeiro, espécies de regiões temperadas e sub-tropicais podem hibernar. A temperatura para estas espécies, como por exemplo as ratsnakes, kingsnakes e garter snakes, deve ser reduzida para cerca de 13-15ºC durante o inverno. Aquelas serpentes de regiões mais nórdicas e mais frias, como a Red-sided Garter Snake, ou as que vivem em regiões montanhosas, como a Moutain kingsnake, devem ter seu recinto resfriado a uma temperatura de 10-12ºC no inverno.

A importância do período de hibernação é a sua influência na biologia da reprodução das serpentes. Primeiramente, a espermatogênese, que é o processo de formação dos espermas no testículo dos machos, apenas acontece em baixas temperaturas, em algumas espécies. Portanto, animais que passarem por estes períodos frios no inverno, podem ter a infertilização dos ovos. Em segundo lugar, o período imediatamente após a hibernação é o qual as serpentes estão mais sexualmente ativas. Seus ciclos naturais incluem um período de realização da corte e do acasalamento, durante a primavera, e se macho e fêmea forem aquecidos ao mesmo tempo, suas iniciativas de reprodução acontecerão simultaneamente. Mesmo espécies tropicais, como as Boas e as Pythons, parecem necessitar de um período mais frio, para reproduzirem regularmente. Claro que para estas espécies este frio não deve ser tão intenso como para as espécies não tropicais, sendo que 20ºC é uma temperatura ideal. Em alguns poucos casos, como na Burmese Python e Indigo Snake, o acasalamento acontece durante os períodos mais frios e é fundamental formar pares ou grupos de serpentes, quando a temperatura for reduzida.

As únicas serpentes que não necessitam hibernar são os filhotes, que devem ser mantidos aquecidos por todo o inverno, para não interromper ou prejudicar seu crescimento. Caso não haja intenção de reprodução, as serpentes também não precisam passar por um período de hibernação. No entanto, algumas espécies como as Mountain Kingsnake e Fox Snake, irão sempre parar de comer no final do verão, independente da temperatura. Isto acontece porque seu ritmo biológico está esperando um período de hibernação e é difícil evitar que isso aconteça, principalmente em animais capturados. Se qualquer serpente parar de comer no Outono, mesmo estando em boas condições, reduza a temperatura do recinto, caso contrário o animal irá rapidamente usar todos as reservas de energia armazenadas e irá perder peso. Serpentes mantidas em ambientes com diferentes gradientes de temperatura - o que é recomendado - passarão a maior parte do tempo na região fria do terrário, durante o inverno e podem hibernar compulsivamente.

Fazer com que as serpentes hibernem não tem nenhum segredo. Após a última alimentação antes do inverno, mantenha o terrário aquecido por mais duas semanas, para se assegurar que o intestino está vazio e sem nenhum alimento. Então, reduza a temperatura. Para serpentes sub-tropicais, se o terrário for interno, a temperatura ideal é a do próprio ambiente, sem as fontes de aquecimento. Para terrários externos e para serpentes tropicais, existe a necessidade de aquecimento complementar, para que o local não fique tão frio. A exceção fica por conta de regiões muito quentes, onde o inverno costuma ser quente. Nesses casos deve-se usar um aparelho de ar-condicionado para manter a temperatura baixa o suficiente. Durante o período de hibernação, uma vasilha com água deve sempre estar disponível e a serpente deve ser observada e analisada pelo menos uma vez por semana: se houver qualquer sinal de perda significativa de peso ou de enrugação da pele, elas devem ser aquecidas e alimentadas imediatamente.

Ao fim do inverno, aumente a temperatura novamente. Depois de alguns dias a serpente voltará a se alimentar normalmente. As 3 primeiras refeições oferecidas devem ser pequenas, para permitir que o sistema digestivo volte a funcionar completamente. Serpentes que voltam de um período de hibernação costumam rapidamente trocar de pele. Geralmente indivíduos que apresentavam problemas para se alimentar, após hibernarem, tornam-se vorazes e ficam com muito apetite.

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http://www.animalworld.com.br/repteis/ver.php?id=102

segunda-feira, 18 de maio de 2015

PRF apreende aves em propriedade de secretário do Meio Ambiente

07/05/2015

Animais foram encontrados em propriedade do secretário de Souto Soares.
Operação foi coordenada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).

Operação na região já apreendeu 212 aves, incluindo os animais encontrados com o secretário (Foto: Divulgação / PRF)
Operação na região já apreendeu 212 aves, incluindo os animais encontrados com o secretário (Foto: Divulgação / PRF)


Quatorze aves foram apreendidas em propriedade particular do secretário do Meio Ambiente do município de Souto Soares, a cerca de 513 quilômetros de Salvador. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os animais eram mantidos em gaiolas e foram resgatados durante operação realizada pela 35ª Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), em operação de combate ao tráfico de animais e a favor da reabilitação da fauna silvestre.
As buscas foram coordenadas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio Núcleo de Defesa da Bacia do Rio São Francisco (Nusf), e as apreensões foram na segunda (5). Segundo a PRF, foram apreendidos com o secretário municipal Jorge Luis Gaspar Fernandes seis periquitos da caatinga, dois zabulês, um curió, dois corrupiões, um sabiá poca, um coleirinha e um trinca ferro. 
G1 entrou em contato com o Jorge Luis Gaspar Fernandes, na manhã desta quinta-feira (7), que afirmou não ter nada a declarar e também negou ser secretário do Meio Ambiente. "Eu não sou secretário", disse por telefone. No entanto, a prefeitura confirmou o nome dele como titular da pasta.
Além dos animais apreendidos na propriedade do secretário, a PRF detalha que 212 aves já foram apreendidas durante a operação, que será encerrada no dia 15 de maio. Além de Souto Soares, as apreensões também foram feitas nas cidades de Irecê, Mulungu do Morro,  Barra do Mendes, Ibipeba, Ibititá, Canarana, Cafarnaum, João Dourado, Brotas de Macaúbas, Uibaí, Lapão, Gentio do Ouro, Xique-xique, Presidente Dutra, Barro Alto e América Dourada.
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sábado, 16 de maio de 2015

É descoberto peixe 'de sangue quente'


peixe opah (Foto: reprodução)
PEIXE OPAH (FOTO: REPRODUÇÃO)


O peixe-opah é capaz de capturar calor por suas nadadeiras, isoladas por uma generosa camada de godura, e manter seu sangue e órgãos aquecidos enquanto ele nada a uma profundidade de centenas de metros. Um estudo que detalha essa descoberta foi publicado pela revista Science.
Outros peixes, como o atum, conseguem aquecer certas partes do corpo - dessa forma se movimentam mais rápido quando precisam perseguir alguma presa. Mas endotermia completa nunca havia sido notada em um animal do tipo antes. E o fato de aparecer justamente no opah, que é um peixe de grandes profundidades, conhecidos por serem lento e não perseguirem as presas (comem animais encurralados) é surpreendente.
Com isso, foi descoberto também que o opah é incrivelmente ágil, podendo se alimentar de lulas o outros animais velozes. Também podem migrar e nadar por longas distâncias. 
Os peixes são capazes de deixar seu sangue 3ºC mais quentes do que a água - pode não parecer muito para nós, mamíferos, mas requer uma sofisticada engenharia termal. Ainda mais para um bichão do tamanho do opah: no estudo, o mais gordinho pesava 68kg, mas já foram encontrados espécimes de 270kg.
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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Butantã quer testar na Índia vacina da dengue

Instituto quer agilizar aprovação da vacina 
enquanto Anvisa não autoriza os testes no Brasil

Agência Estado
Instituto Butantan vai testar vacina contra a dengue na Índia enquanto Anvisa não autoriza o início dos testes no Paísdivulgação
Para tentar agilizar o processo de aprovação da vacina contra a dengue, o Instituto Butantan já estuda testá-la em outros países além do Brasil. Enquanto espera a autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para iniciar os testes em território nacional, o instituto conversa com órgãos de vigilância sanitária estrangeiros, disse Jorge Kalil, diretor do instituto.
— Já estive com o presidente da Anvisa da Índia e ele se mostrou interessado em entrar nesse estudo de fase 3. Na semana que vem vamos ter uma visita de uma delegação indiana.
O teste em países do exterior seria uma alternativa caso não haja casos de dengue suficientes nos locais de teste no Brasil, uma vez que o período de pico da doença vai até maio e os testes seriam iniciados, na melhor das hipóteses, somente em junho. 
— Precisamos ter dengue no local para testar a eficácia. Só sei se a vacina protege se tiver o desafio.
A agência brasileira tem até o fim de maio para responder ao pedido de autorização de testes do instituto.
— Assim que a Anvisa sinalizar, eu já começo o trabalho. Já tenho 13 mil doses de vacina prontas e já tenho os centros de pesquisa. Muitos já foram capacitados, outros estão em fase de treinamento.
O tempo de testes depende da incidência de dengue nas localidades participantes e da evolução do estudo, mas o instituto trabalha com uma meta de iniciar a vacinação no País ainda em 2016.
— Se iniciarmos os testes logo após a aprovação da Anvisa, calculo que no começo do ano eu já tenha dados suficientes para pedir o registro do produto. Aí demora mais uns meses para a avaliação. A vacina estaria disponível no final do primeiro semestre ou início do segundo. Talvez a gente não consiga, mas estamos tentando.
Presente no mesmo evento, o presidente da Anvisa, Ivo Bucaresky, foi menos otimista em suas previsões. Ele afirmou que o período de testes de novos medicamentos costuma ser superior a 12 meses e que, após a conclusão dessa fase, a Anvisa ainda leva até seis meses para liberar o registro do produto. Assim, a vacina do Butantan não estaria disponível para a população antes de 2017.
— Não é fácil demonstrar eficácia e segurança no período só de um ano (de testes). Acontece, mas não é algo tão simples de ser feito.
Balanço divulgado nesta sexta-feira (8) pela Secretaria Estadual da Saúde mostra que São Paulo já registra no ano 261.453 casos confirmados de dengue, número recorde. A Pasta diz, no entanto, que o número de notificações já começou a cair se comparados os dados de abril com os números de março.
Os registros de abril, no entanto, ainda não foram fechados porque dependem de exames de confirmação que levam dias ou até semanas para serem concluídos. Pelo menos 169 pessoas já morreram de dengue neste ano em cidades paulistas.
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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Pesquisa mostra o que acontece dentro de cobra que engoliu jacaré

Biólogo americano analisou radiografias tiradas durante os seis dias que a píton levou para digerir sua presa.



Mesmo após anos estudando as pítons, biólogo americano disse que ainda se surpreende com aa facilidade com que essas cobras podem digerir suas presas (Foto: TNT Corlis Via ABC Northwest Queensland/BBC)
Mesmo após anos estudando as pítons, biólogo americano disse que ainda se surpreende com aa facilidade com que essas cobras podem digerir suas presas (Foto: TNT Corlis Via ABC Northwest Queensland/BBC)
Fotos e vídeos de cobras devorando outros animais sempre circulam na internet. Mas o que acontece por dentro do corpo de uma serpente quando ela engole, por exemplo, um jacaré?
O biólogo americano Stephen M. Secor, professor da Universidade do Alabama, analisou radiografias de uma píton birmanesa enquanto ela digeria sua presa.
No total, a cobra precisou de seis dias para digerir o jacaré inteiro.
"O jacaré se decompõe lentamente graças à ação combinada do ácido clorídrico e a enzima pepsina", explica Secor à BBC Mundo. "É surpreendente a facilidade com que as pítons podem digerir presas desse tamanho."
Segundo ele, as enzimas no intestino delgado têm a tarefa de romper a pele resistente do jacaré.
Secor e sua equipe já haviam feito o mesmo experimento com cobras engolindo pombas e ratos. Segundo eles, a principal diferença é a de que a serpente gasta mais energia para digerir as duras escamas do réptil do que nos casos anteriores.
Dia 1
É possível ver perfeitamente o corpo do jacaré, com a cabeça no lado esquerdo do raio-X. A serpente expandiu seu corpo para se moldar ao tamanho de sua presa (Foto: Stephen Secor/BBC)É possível ver perfeitamente o corpo do jacaré, com a cabeça no lado esquerdo do raio X. A serpente expandiu seu corpo para se moldar ao tamanho de sua presa (Foto: Stephen Secor/BBC)
Dia 2
No interior do intestino delgado da píton, o tecido mole do jacaré se dissolve e seu esqueleto começa a se romper. A taxa metabólica da cobra aumenta consideravelmente para separar enzimas e ácidos suficientes para fazer a digestão (Foto: Stephen Secor/BBC)No interior do intestino delgado da píton, o tecido mole do jacaré se dissolve e seu esqueleto começa a se romper. A taxa metabólica da cobra aumenta consideravelmente para separar enzimas e ácidos suficientes para fazer a digestão (Foto: Stephen Secor/BBC)
Dia 3
As escamas e os ossos do jacaré aparecem sendo digeridos. Durante esses dias, a serpente fica praticamente imóvel e, assim, se torna mais vulnerável a possíveis ataques. (Foto: Stephen Secor/BBC)As escamas e os ossos do jacaré aparecem sendo digeridos. Durante esses dias, a serpente fica praticamente imóvel e, assim, se torna mais vulnerável a possíveis ataques. (Foto: Stephen Secor/BBC)
Dia 4
No raio-X é possível ver que restam apenas as partes mais resistentes da presa. As enzimas e bactérias do intestino da cobra trabalham a todo o vapor (Foto: Stephen Secor/BBC)No raio X é possível ver que restam apenas as partes mais resistentes da presa. As enzimas e bactérias do intestino da cobra trabalham a todo o vapor (Foto: Stephen Secor/BBC)
Dia 5
Restam apenas alguns fragmentos do jacaré. Nesse momento, a principal tarefa do aparelho digestivo da cobra é eliminar os gases do processo de digestão (Foto: Stephen Secor/BBC)Restam apenas alguns fragmentos do jacaré. Nesse momento, a principal tarefa do aparelho digestivo da cobra é eliminar os gases do processo de digestão (Foto: Stephen Secor/BBC)
Dia 6
A digestão termina. A partir desse ponto, segundo explica o biólogo, a píton pode ficar semanas ou até meses sem a necessidade de comer. (Foto: Stephen Secor/BBC)A digestão termina. A partir desse ponto, segundo explica o biólogo, a píton pode ficar semanas ou até meses sem a necessidade de comer. (Foto: Stephen Secor/BBC)







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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Esclarecimento sobre cobra gigante


BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS
Barra Velha e São João do Itaperiú SC








Caros Amigos leitores no dia 29 abril de 2015 foi publicado por William Fritzke no O CORREIO DO POVO uma matéria intitulada Cobra Gigante Corupá. 

Foto Redes Sociais
Foto Redes Sociais

Depois desta matéria ter ganhado a net o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, tem sido indagado via telefone, por cidadães da Cidade de São João do Itaperiú, sobre a localidade do acontecido, por este motivo o NPA vem esclarecer que a serpente foi encontrada no bairro Rio Natal na divisa dos Municípios de Corupá e São Bento do Sul Norte de SC. 

Conforme o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Corupá SC, Cláudio de Siqueira relatou na matéria, "que o homem foi surpreendido por duas cobras, mas uma acabou fugindo".

Conforme citado na matéria o animal tinha aproximadamente 3 metros de comprimento.(minha opinião analisando a imagem, é que a serpente tinha aproximadamente 2 metros de comprimento).

Lembramos a população de Barra Velha e  São João do Itaperiú SC, que o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) atende este tipo de Emergência, Resgatando animais Peçonhentos e Venenosos e animais silvestres que estejam causando risco a população pedimos aos cidadães que não tente matar ou capturar estes animais, nos comunique da presença deles e iremos Resgata-los. Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) possui pessoal Treinado e Qualificado para este tipo de Ocorrência.


Tel: de Emergência 34460000
José Roberto Cruz
Chefe do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA)




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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Apreensão de animais silvestres cresce no país


Crime inafiançável com detenção de seis meses a um ano e multa.  Essa é a pena para quem caça, persegue, mata, apanha e utiliza espécies da fauna brasileira sem a prévia autorização ou licença do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
O popular "Colerinha" é um dos animais silvestres mais capturados

No entanto essa prática é muito comum entre a população e a apreensão de animais silvestres cresce a cada dia. Os casos mais comuns de apreensão ilegal de animais são em relação aos pássaros silvestres, dentre os mais capturados estão os canários da terra, bicos de fogo, coleiras, trincas-ferro (conhecido como tia chica) e curiós. Vale lembrar que alguém pode ser punido mesmo que não se configure o ato de venda do animal, basta expor à venda - em cativeiro, gaiolas etc.
As pessoas que estiverem em posse de animais silvestres e entregá-los voluntariamente ao órgão ambiental competente, não deverão sofrer sanções e penas previstas. O animal entregue passa por um processo de reabilitação até, finalmente, ser recolocado no habitat natural.
Outra forma de contribuir para a preservação da biodiversidade e combater a prática é denunciar aos órgãos ambientais competentes. No Brasil, 395 espécies já foram extintas e outras centenas estão ameaçadas. A participação de cada cidadão no combate a prática ilegal de comercialização de animais é importante para salvar a fauna e garantir a rica biodiversidade do Estado e do país. Lugar de animal silvestre é na natureza.

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