terça-feira, 10 de março de 2015

Urutu Cruzeira ( B. alternatus)







BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS
Barra Velha e São João do Itaperiú SC












Essa talvez seja a serpente que foi mais temida pelos nossos avós e bisavós, até se falava que "se não mata aleija". Esse ditado popular era o maior alerta contra o bicho, e isso contribuía para a matança do animal em qualquer circunstância, mesmo que ela não fosse uma ameaça.



A urutu é uma cobra que chega a medir 1,20 m e raramente em alguns casos atinge 1,60 m, habita tanto as matas como em campo aberto e brejos, sua alimentação consiste em pequenos roedores e sua reprodução é vivípara, podendo ter entre 16 e 20 filhotes.

Encontrada no sudeste, centro oeste e na região sul do Brasil, a urutu possui hábitos de caça ao crepúsculo e noturnos, sua picada tem ação proteolítica que destrói o tecido muscular, quando ameaçada seu corpo fica com partes achatadas e ela faz rápidos e repetidos movimentos com a ponta da cauda, e quando da o bote ela pica, fazendo a injeção do veneno e ainda excreta fezes e expele substâncias com odores.


Classificação Cientifica

Reino:                      Animalia
Filo:                         Chordata
Classe:                    Reptilia
Ordem:                    Viperidae
Subordem:              Serpentes
Familia:                    Viperidae
Genero:                   Bothrops
Especie:                  B. alternatus


Nome binominal
Bothrops alternatus
(Duméril, Bibron & Duméril, 1854)


Lembramos a população de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, que o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) atende este tipo de Emergência Resgatando animais Peçonhentos e Venenosos que estejam causando risco a população pedimos aos cidadães que não tente matar ou capturar estes  animais, nos comunique da presença deles e iremos Resgata-los. Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) possui pessoal Treinado e Qualificado para este tipo de Ocorrência.


Tel: de Emergência 34460000
José Roberto Cruz
Chefe - Núcleo de Proteção Ambiental

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segunda-feira, 9 de março de 2015

Cobra Cipó Resgatada em Barra Velha SC





BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS
Barra Velha e São João do Itaperiú SC










Caros amigos leitores no dia 07 de março de 2015 o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, Resgatou  mais uma Serpente em perímetro Urbano.

As 16:08 hs o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, foi acionado pela moradora de Barra Velha SC, Srª Maria José Brago, residente na Rua Leopoldo Olgario Brennesen nº 140 Centro Barra Velha SC, para resgatar uma Serpente que estava em sua lavanderia.

Bombeiros Voluntários Envolvidos
Bombeiro Voluntário Jeckeson
Bombeiro Voluntário Otavio

Ao chegarmos no local constatamos se tratar de uma cobra Cipó (Chironius bicarinatu), adulta bastante  ativa e muito estressada, o Exemplar foi recolhido pela Equipe de Resgate de Animais Peçonhentos e Venenosos dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC.






Por não se Tratar de uma Serpente de Importância medica o animal foi liberado em seu habitat natural.

(Chironius bicarinatus)

cobra-cipó-verde (Chironius bicarinatus) é uma espécie de cobra não venenosa, de cor verde,com excelente camuflagem, que habita a América do Sul, na região da Mata Atlântica. Trata-se de um réptil da ordem Squamata, família Colubridae.
Se alimenta principalmente de pequenos lagartos, pássaros e pererecas.
A cobra cipó possui pouco veneno, esse veneno não é capaz de matar um ser humano.

Lembramos a população de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, que o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) atende este tipo de Emergência Resgatando animais Peçonhentos e Venenosos que estejam causando risco a população pedimos aos cidadães que não tente matar ou capturar estes  animais, nos comunique da presença deles e iremos Resgata-los. Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) possui pessoal Treinado e Qualificado para este tipo de Ocorrência.


Tel: de Emergência 34460000
José Roberto Cruz
Chefe - Núcleo de Proteção Ambiental

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Pássaro considerado extinto desde 1941 é visto novamente

8 de março de 2015

extinct bird
photo credit: Robert Tizard / WCS


As espécies estão atualmente morrendo em uma taxa tão alarmante, que alguns cientistas têm alertado que estamos à beira da sexta extinção em massa na história do nosso planeta. Nem tudo ainda está perdido: uma espécie de ave foi flagrada em Mianmar, um país do sul da Ásia, ela já não era vista desde 1941, e já estava sendo considerada extinta. A re-descoberta da espécie foi publicada na revista BirdingASIA .
Apelidada de Chrysomma altirostre, e mais conhecida como babbler de Jerdon, costumava ser comum nos campos de Mianmar. Este habitat foi mudado devido a construção de casas e de terrenos agrícolas , e desde então não houve se quer um avistamento confirmado da espécie desde o início da II Guerra Mundial.
O pequeno pássaro marrom foi re-descoberto em maio de 2014, quando um grupo de cientistas da região reconheceu a seu chamado. A equipe foi capaz de verificar a identidade do pássaro através de gravações do chamado, amostras de sangue, e fotografias. As informações coletadas durante este tempo foi comparado com as populações já existentes de outras espécie. Não se sabe se esta ave é, na verdade, uma subespécie, ou se é espécie original. Testes futuros vão dizer o que realmente a ave é.
Fonte:

sexta-feira, 6 de março de 2015

Materia Aquarela FM - Núcleo de Proteção Ambiental dos Voluntários resgata jararaca

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Barra Velha - NPA jararaca resgatada 04 03 2015

06.03 – O Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú resgatou mais uma serpente, desta vez no último dia 4 de março, por volta das 18h. O NPA foi acionado pelo Centro de Operações dos Bombeiros Militares para atender uma ocorrência na Rua Eduardo da Silva Borba, nº 63, em Itajuba.

No local, os socorristas se depararam com uma jararaca, adulta bastante ativa e muito estressada. O exemplar foi recolhido pela equipe de resgate de animais peçonhentos e venenosos.

O gênero “Bothrops” é espalhado por todo território nacional, serpentes que, segundo o instrutor José Roberto Cruz, podem atingir de 50cm a 1,8m de comprimento, de acordo com a espécie. Possuem cabeça triangular em forma de lança.
São serpentes que confiam na ótima camuflagem e, por isso, muitas vezes são pisoteadas por pessoas desatentas, causando acidentes. São mais encontradas no solo, mas podem escalar arbustos sem problemas.

Quando ameaçadas, procuram fugir ou confiar na camuflagem, agitam a ponta da cauda como uma cascavel, para que sua cauda, sem chocalho e espinho terminal, bata na folhagem e faça barulho. Se encurraladas, não hesitam em dar o bote. No caso de Itajuba, a jararaca foi resgatada sem maiores problemas.

O NPA lembra à população de Barra Velha e São João do Itaperiú que o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) atende este tipo de emergência resgatando animais peçonhentos e venenosos que estejam causando risco a população, e pede aos moradores que não tentem matar ou capturar estes animais. Basta comunicar os socorristas, que irão resgatá-los.
O Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) possui pessoal treinado para este tipo de ocorrência, e pode ser chamado pelo fone 3446.0000.

fonte 

Filhotes de pássaro 'viram' lagartas para espantar predadores

05/03/2015


Laniocera hypopira, mais conhecida como chorona-cinza, tem uma forma de 'camuflar' seus filhotes. A penugem dos filhotes "transforma" os filhotinhos em "clones" de uma lagarta venenosa que vive na região, a Podalia
Laniocera hypopira, mais conhecida como chorona-cinza, tem uma forma de 'camuflar' seus filhotes. A penugem dos filhotes "transforma" os filhotinhos em "clones" de uma lagarta venenosa que vive na região, a Podalia


Quando a chorona-cinza, pássaro que vive na Amazônia peruana, sai para buscar comida para seus filhotes, a cria fica à mercê de predadores.
Mas esta ave encontrou uma maneira peculiar de enganar os bichos que querem transformá-la em jantar.
A penugem dos filhotes "transforma" os filhotinhos em "clones" de uma lagarta venenosa que vive na região, a Podalia.
A descoberta foi feita por pesquisadores que participavam de um estudo ecológico sobre aves no sudeste do Peru.
Eles notaram semelhanças entre a penugem dos filhotes e das lagartas.
O mimetismo é ainda mais impressionante porque os filhotes movem vagarosamente a cabeça para simular o movimento das lagartas.
acesse o link e veja o vídeo
fonte

Cobras perdem habitat e se tornam mais urbanas

03 DE MARÇO, 2015 

Animais tiveram seu ambiente natural reduzido a 20% nos últimos 30 anos, segundo biólogo especialista

- Divulgação

RIO - Autor do “Atlas das serpentes do Brasil”, que detalha a distribuição geográfica das 380 espécies encontradas no país, o biólogo Cristiano Nogueira faz um alerta. Segundo ele, cujo trabalho de mais de quatro anos deve ser publicado oficialmente no ano que vem, as cobras perderam 80% de seu território nos últimos 30 anos por conta do avanço da urbanização e da agropecuária. Em dez anos, algumas delas podem até ser extintas. Outras se tornaram mais urbanas.

A diminuição da diversidade traz problemas práticos. Como os ofídios são os predadores naturais de ratos e sapos, o risco de desequilíbrio é grande. O ritmo das mudanças preocupa.

— As modificações acontecem de maneira acelerada. Em algumas áreas, algumas espécies tiveram seu habitat bastante reduzido em dez anos. Do ponto de vista biológico, é pouco tempo. Com o “Atlas”, estratégias de preservação podem ser elaboradas. Ele mostra onde estão as regiões prioritárias para conservação dos habitats — explica ele, que lidera uma equipe do Museu de Zoologia da USP.

Espécies como a jararaca Bothrops itapetiningae, que já ocupou um território que ia de São Paulo até Goiás; jararaca­ de­ Murici (Bothrops muriciensis), isolada nas matas da cidade alagoana e a jararacuçu­tapete (Bothrops pirajai), que vive na Bahia, correm real perigo, conforme mostra a edição de janeiro da revista “Pesquisa Fapesp”.

Nogueira explica que a região Sudeste, a mais povoada do Brasil, também é a área com maior incidência de espécies e linhagens. O contato entre as serpentes e a população traz outro problema: a perseguição humana.

Guarda­parques do Parque Estadual da Pedra Branca, na zona urbana do Rio, o biólogo Felipe Tubarão participa de uma equipe de resgate que atende chamados de moradores que se deparam com serpentes em seu jardins. Segundo ele, o desconhecimento faz com que muitas pessoas matem os animais.
— De fato, é um trabalho bem difícil. Exige uma conscientização enorme das pessoas. Muitas delas tendem a matar esses animais. E, na maioria das vezes, eles não são nem venenosos. Trabalhamos no plano imediato: quando esses animais são encontrados nas casas e quintais da pessoas. As ligações têm aumentado muito nos últimos tempos — explica Tubarão.

Para elaborar o “Atlas das serpentes do Brasil”, Nogueira contou com a ajuda de especialistas de diferentes partes do Brasil, que analizaram mais de 100 mil registros de coletas de espécies. Alguns dados foram coletados há mais de 250 anos. O desafio, segundo ele, foi refinar as informações.

— Foi uma tarefa difícil reunir esse conjuto. Tudo estava muito disperso. Algumas informações estavam incompletas e foi preciso corrigir alguns erros. Foi um trabalho meticuloso de análise dos dados brutos das coleções científicas. Sem a ajuda dos colaboradores, do Norte ao Sul do país, seria impossível.

Para ele, a divulgação dos mapas ajuda a chamar a atenção para o problema, que deve ser encarado com seriedade pelas autoridades.

— O poder público é um mosaico de interesses. Existem forças interessadas na preservação, e existem outras, antagônicas, que trabalham pela expansão da política agrícula. Com as informações nas nossas mãos, podemos reduzir os conflitos. Sem elas, a gente acaba fazendo um voo cego.

ESPÉCIES AMEAÇADAS

Bothrops itapetiningae
A espécie deve ocupar 20% do território que já ocupou. Há 30 anos, sua área se estendia desde São Paulo até Goiás. Perdeu espaço para a urbanização e para a agricultura. Mede entre 40 a 60 centímetros e é a menor das jararacas.

Bothrops muriciensis
Conhecida como jararaca­de­Murici, a espécie só é encontrada nas imediações da Estação Ecológica Murici, em Alagoas. Descoberta em 2001, a espécie corre sério risco: está criticamente ameaçada de extinção. Além do desmatamento, a serpente é submetida à pressão de predadores humanos, que costumam temer seu perigoso veneno. Ela mede cerca de 80 centímetros.

Bothrops pirajai
A jararacuçu­tapete foi descrita pela primeira vez em 1932, por Afrânio do Amaral. Mede por volta de 95 centímetros e só pode ser encontrada na Bahia. Robusta, tem hábitos noturnos. É rara e ameaçada de extinção.

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Nova espécie de macaco é descoberta na selva amazônica brasileira

05 de março de 2015


Dois macacos da espécie 'Callicebus miltoni', recém descoberta. (Foto: ADRIANO GAMBARINI)
Dois macacos da espécie ‘Callicebus miltoni’, recém descoberta. (Foto: ADRIANO GAMBARINI

Um grupo de cientistas descobriu uma nova espécie de macaco em uma região remota da floresta amazônica, no lado oriental do rio Roosevelt, no Centro-Oeste do Brasil. Seus exemplares apresentam uma cor cinza característica, com rabo laranja muito brilhante e patas ocres, cores que os diferenciam de outras espécies de seu gênero, conhecida como titi ou zogue-zogue.
A espécie foi avistada pela primeira vez em dezembro de 2010 pelo pesquisador Julio César Dalponte, do Instituto para a Conservação dos Carnívoros Neotropicais, uma organização não governamental brasileira. Como outros macacos, a nova espécie vive nas árvores, onde se alimenta de frutos e se estrutura em grupos familiares compostos por um casal fiel e suas crias. Os macacos costumam se sentar juntos em ramos, com suas longas colas penduradas e entrelaçadas.
A descoberta acaba de ser publicada na revista científica brasileira Papéis Avulsos de Zoologia. A espécie, batizada de Callicebus miltoni em homenagem ao histórico primatólogo brasileiro Milton Thiago de Mello, habita uma pequena região nas terras baixas da selva tropical. Desde sua descoberta graças a uma expedição promovida pela organização ecológica WWF, foi estudada por cientistas do Programa de Liderança em Conservação, um consórcio das ONG Fauna & Flora International, BirdLife International e a Wildlife Conservation Society.
Como quase todas as novas espécies que são descobertas, os Callicebus miltoni já estão considerados em perigo. Estes animais não sabem nadar nem atravessar terrenos montanhosos, por isso estão confinados em seu território, rodeado de rios e colinas, segundo alertam hoje as ONGs em um comunicado. Só 1/4 de seu habitat, 5.000 hectares divididos entre os estados brasileiros do Amazonas e Mato Grosso, está protegido pela legislação ambiental brasileira.
Comparação entre o 'C. miltoni' e outras espécies. / STEPHEN D. NASH
Comparação entre o ‘C. miltoni’ e outras espécies. / STEPHEN D. NASH
As ONGs denunciam que o desflorestamento na região é alto e que os incêndios também significam uma ameaça. Além disso, os cientistas denunciam o costume de alguns moradores locais de capturar crias de macacos como mascotes, que são vendidos em algumas ocasiões.
As organizações alertam, igualmente, que o Governo brasileiro planeja construir novas estradas e represas hidrelétricas na região. “A selva está ameaçada como nunca e será necessário trabalhar duro – não só os conservacionistas, mas também o Governo e todos os setores da sociedade – parar assegurar que este ecossistema florestal possa continuar hospedando uma ampla biodiversidade e ajudando a regular o clima de nosso planeta”, declarou Felipe Ennes Silva, um dos cientistas que realizou o acompanhamento da espécie.
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