quinta-feira, 5 de março de 2015

Jararaca é Resgatada na Cidade de Barra Velha SC





BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS
Barra Velha e São João do Itaperiú SC










Caros amigos leitores no dia 04 de março de 2015 o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, Resgatou  mais uma Serpente.

As 18:15hs o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, foi acionado pelo COBOM (Centro de Operações do Bombeiro Militar), para atender uma Ocorrência de um Resgate Ofídico na Rua Eduardo da Silva Borba nº 63, no Bairro Itajubá em Barra Velha SC.

Bombeiros Voluntários Envolvidos
Bombeiro Voluntário Jeckeson
Bombeiro Voluntário Carmem
Bombeiro Voluntário Robson
Ao chegarmos no local constatamos se tratar de uma serpente jararaca (Bothrops jararaca), adulta bastante  ativa e muito estressada, o Exemplar foi recolhido pela Equipe de Resgate de Animais Peçonhentos e Venenosos.






Gênero Bothrops

São serpentes espalhadas por todo território nacional, que podem atingir de 50cm a 1,8m de comprimento, de acordo com a espécie. Possuem cabeça triangular em forma de lança, com presença de fosseta loreal, que é uma cavidade entre o olho e a narina, com células termoreceptoras que permitem que a serpente forme uma imagem térmica da presa ou predador que se aproxima o suficiente.

São serpentes que confiam na ótima camuflagem e, por isso, muitas vezes são pisoteadas por pessoas desatentas, causando acidentes. São mais encontradas no solo, mas podem escalar arbustos sem problemas, e algumas espécies como Bothrops insularis (jararaca ilhoa), são totalmente adaptadas a vida arborícola. Quando ameaçadas, procuram fugir ou confiar na camuflagem. Agitam a ponta da cauda como uma cascavel, para que sua cauda, sem chocalho e espinho terminal, bata na folhagem e faça barulho. Se encurraladas, não hesitam em dar o bote.


São serpentes solenóglifas, o que significa que possuem as presas e o aparato de inoculação de veneno extremamente desenvolvido. Suas presas, que funcionam como agulhas hipodérmicas, ficam paralelas ao comprimento da boca quando em repouso, abrindo como um canivete na hora do bote.

Lembramos a população de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, que o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) atende este tipo de Emergência Resgatando animais Peçonhentos e Venenosos que estejam causando risco a população pedimos aos cidadães que não tente matar ou capturar estes  animais, nos comunique da presença deles e iremos Resgata-los. Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) possui pessoal Treinado e Qualificado para este tipo de Ocorrência.


Tel: de Emergência 34460000
José Roberto Cruz
Chefe - Núcleo de Proteção Ambiental

Descoberta nova espécie de rã aquática nos Andes peruanos

23/02/2015


Pesquisadores descobriram uma nova espécie de rã aquática, de ventre amarelo, no Peru. O anfíbio foi batizado de "Telmatobius ventriflavum". A espécie foi descoberta 3.900 metros acima do nível do mar, em um afluente do rio Pisco, na localidade de Huaytará, em Huancavelica


Uma nova espécie de rã aquática, de ventre amarelo, foi descoberta na região andina de Huancavelica (sudeste) e foi nomeada por um grupo de biólogos peruanos e americanos de Tematobius ventriflavum.

"A descoberta da nova espécie em ambientes áridos e de fácil acesso demonstra que ainda há muito a fazer para documentar a diversidade de anfíbios nos Andes peruanos", disse Alessandro Catenazzi, da Southern Illinois University Carbondale, encarregado da pesquisa, citado pela agência oficial Andina.

O anfíbio se caracteriza pela coloração amarela e alaranjada do ventre dos adultos, traços únicos em seu tipo. Por isso, os pesquisadores do chamaram de Telmatobius ventriflavum, que vem do latim ventrum, que significa ventre, e flavus, que significa amarelo, explicou Catenazzi.

A espécie foi descoberta 3.900 metros acima do nível do mar, em um afluente do rio Pisco, na localidade de Huaytará, em Huancavelica, como parte de uma pesquisa peruno-americana, acrescentou.

A descoberta foi fruto do Programa de Monitoração e Avaliação da Biodiversidade (BMAP), desenvolvido pela empresa PERU LNG, em convênio com o Centro de Educação para a Conservação e a Sustentabilidade do Smithsonian Conservation Biology Institute (SCBI).

A pesquisa abarcou áreas extensas de litoral e serra, de Huancavelica à costa peruana, na qual participaram pesquisadores liderados pelo Smithsonian Institute. Participaram do estudo 98% de biólogos peruanos.


fonte 

http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2015/02/23/descoberta-nos-andes-peruanos-nova-especie-de-ra-aquatica.htm


quarta-feira, 4 de março de 2015

Casal de ararinhas-azuis chega ao Brasil para ajudar a combater extinção da espécie

04 de Março de 2015

Araras Azuis cedidas ao Brasil pela Alemanha, em comemoração ao Dia Mundial da Vida Selvagem (ACTP/Dvulgação)
Brasil recebe casal de ararinhas-azuis da Alemanha. Nascidas de uma fêmea brasileira, que foi levada ao país europeu para reprodução, as ararinhas foram batizadas de Carla e TiagoACTP/Divulgação

Um casal de ararinhas-azuis, espécie considerada extinta na natureza, chegou ao Brasil na última terça-feira (3). Nascidas na Alemanha, as ararinhas, batizadas de Carla e Tiago, são filhas de uma fêmea brasileira e devem ajudar a aumentar a população dos pássaros dessa espécie, no Brasil.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, atualmente existem apenas 11 animais da espécie no país, todas vivendo em um criadouro no interior de São Paulo.

A iniciativa é uma parceria do governo brasileiro com a Agência Federal Alemã de Conservação da Natureza. A chegada das ararinhas ao país serviu para marcar o Dia Mundial da Vida Selvagem. Entre outros objetivos, a data promove a cooperação entre países para preservar espécies.
Os animais desembarcaram no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Em seguida, foram levados para um quaternário oficial do Ministério da Agricultura, onde permaneceram em observação por 15 dias. O próximo destino do casal será um criadouro científico da fauna silvestre para fins de conservação, no interior paulista.

O habitat natural da ararinha-azul é a Caatinga, na área do município de Curuçá, no norte da Bahia. As aves só começam a se reproduzir após quatro anos de vida, quando entram na fase adulta. Somente cinco animais nascem a cada 12 meses.

Conforme a ministra, desde 2000 a espécie não é mais encontrada na natureza. Em razão disso, há uma cooperação entre o Brasil, o Catar e a Alemanha para viabilizar a reprodução dos animais em cativeiro.


saiba mais


Garota de 17 anos inventa sistema portátil que limpa água e produz energia


A jovem inventora é uma das finalistas do concurso de ciência do Google.


Com apenas 17 anos, a jovem australiana Cynthia Sin Nga Lam desenvolveu um sistema portátil que pode facilitar muito a vida de pessoas que vivem em comunidades isoladas. A pequena tecnologia é capaz de purificar a água ao mesmo tempo em que gera energia.

A invenção foi apelidada de H2prO e tem como base apenas dois agentes principais: dióxido de titânio e luz. Ao entrar em contato com a luz, o titânio absorve a energia ultravioleta e gera radicais que auxiliam o processo de oxidação de compostos orgânicos, que se decompõem para produzir CO2 e H2O.

Os testes que usam o titânio para separar poluentes da água foram feitos pela primeira vez pelo japonês Akira Fujishima e serviram de inspiração para Cynthia em seu experimento. Para tornar o sistema efetivo, a jovem precisou testas diferentes combinações, com a adição de um agente de oxidação, como metanol, gliverol e EDTA, que atuam como excelentes redutores. Essa mistura eleva a produção de hidrogênio, usado como combustível, e tornam a decomposição mais eficaz.

O dispositivo é pequeno e composto por duas partes. A unidade superior é usada para a purificação da água, enquanto a divisão inferior serve para a geração de hidrogênio, conectada a uma célula de combustível e à unidade base para a filtração da água.

Os testes feitos mostraram que o H2prO tem eficiência de 90% na remoção dos poluentes orgânicos, finalizando o processo em até duas horas. No entanto, em relação à produção de energia, o sistema ainda é instável, mesmo que a produção de hidrogênio fotocatalítico tenha sido satisfatória.

A jovem inventora é uma das finalistas do concurso de ciência do Google e, em sua apresentação, ela garante que continuará trabalhando para tornar o sistema ainda mais eficiente. Clique aqui para saber todos os detalhes deste sistema. 

fonte

Resgate de Gamba





BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS
Barra Velha SC









Caros amigos leitores no dia 03 de março de 2015 o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha SC, Resgatou  mais uma Animal Silvestre.

As 11:51 hs o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiro Voluntário de Barra Velha SC, foi acionado  pela Srª Daiane Pelozatto, residente na Rua Zozino Manoel Bitencurt  nº 47, casa 04, no Bairro São Cristovão em Barra Velha SC, para resgatar um Gamba que estava no Forro.

Bombeiros Voluntários Envolvidos
Bombeiro Voluntário Sidnei
Bombeiro Voluntário Jeckeson
Bombeiro Voluntário Rai

Ao chegarmos no local constatamos que se tratava de um Gamba adulto e estava preso no forro por mais de dois dias por este motivo foi necessário a intervenção.



O animal foi resgatado pelo Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha SC, e reintroduzido ao meio ambiente no mesmo dia.


Lembramos a população de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, que o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) atende este tipo de Emergência Resgatando animais Peçonhentos e Venenosos que estejam causando risco a população pedimos aos cidadães que não tente matar ou capturar estes  animais, nos comunique da presença deles e iremos Resgata-los. Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) possui pessoal Treinado e Qualificado para este tipo de Ocorrência.

Tel: de Emergência 34460000

José Roberto Cruz
Chefe - Núcleo de Proteção Ambiental

Pesquisadores brasileiros encontram cinco novas espécies de invertebrados



Didemnum aurantium, espécie cujo nome faz referência à cor alaranjada da colônia, que tem de 1,5 cm a 5 cm de comprimento


Em um artigo publicado na edição de janeiro da revistaZootaxa, pesquisadores brasileiros descreveram cinconovas espécies de ascídias, invertebrados marinhos que, em sua maioria, formam colônias permanentemente submersas.

Quando o estágio larval desses animais termina, eles se fixam em superfícies como pedras, conchas e cascos de navios naufragados e perdem a capacidade de locomoção. A partir daí, a melhor proteção que têm contra predadores é a produção de substâncias químicas.

São esses compostos naturais, somados à ampliação do conhecimento taxonômico sobre o grupo, que atraem os pesquisadores – uma vez que podem abrir caminho para a produção de novos medicamentos e pesticidas, entre outros produtos.



Até agora, cerca de 120 espécies de ascídias haviam sido descritas a partir de exemplares encontrados no Brasil. As cinco novas espécies foram localizadas na costa da Bahia – uma delas também foi encontrada na costa do Espírito Santo – por uma equipe do Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Para realizar a análise taxonômica das amostras, os pesquisadores receberam apoio da FAPESP, por meio do projeto temático "Investigação do potencial biotecnológico e metabólico de organismos marinhos para processos de biorremediação e produção de substâncias com atividades antivirais, anti-leishmania e anti-inflamatória", coordenado por Roberto Gomes de Souza Berlinck, professor do Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo (IQSC/USP).

“Ainda na década de 1990, o professor Berlinck nos procurou para estabelecermos parcerias em busca de invertebrados marinhos que pudessem apresentar propriedades químicas interessantes. Existiam alguns estudos nessa linha com esponjas. Nosso foco, porém, já eram as ascídias, animais menos conhecidos e com bom potencial”, disse Rosana Moreira da Rocha, pesquisadora da UFPR e coordenadora dos estudos que resultaram no artigo publicado em Zootaxa.

Em todo o mundo, são conhecidas cerca de 3 mil espécies de ascídias, 20% delas pertencentes à família Didemnidae, como os exemplares descobertos no litoral brasileiro. Das cinco novas espécies, quatro são do gênero Didemnum (D. aurantium, D. flammacolor, D. lambertae e D. longigaster) e uma do gênero Diplosoma (D. citrinum), sendo que esta última também foi encontrada no Espírito Santo.


fonte 
http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2015/02/pesquisadores-brasileiros-encontram-cinco-novas-especies-de-invertebrados.shtml

segunda-feira, 2 de março de 2015

Florianópolis cria 'Samu' para socorrer animais acidentados

Cães, gatos e até cavalos vítimas de acidentes contam desde o início do mês com um serviço de emergência veterinária em Florianópolis


Samu para animais foi criado com dinheiro de doações

Criado à base de doações, o Samuvet custou aos cofres públicos R$ 853. O carro para salvar animais atropelados, que era da prefeitura, foi resgatado de um ferro-velho por Eduardo Cavallazzi, diretor do Bem-Estar Animal (Dibea). Ele pagou a reforma do próprio bolso, assim como as luzes de emergência.

O logotipo foi feito de graça por um amigo, o aparelho de celular foi doado, e o chip é de Cavalazzi, que idealizou o serviço. O município pagou apenas os adesivos do carro.
O Dibea funciona há nove anos e tem uma equipe de 17 servidores que trabalham no ambulatório municipal para animais. Lá, os bichos são castrados, vacinados e rastreados com microchips implantados gratuitamente.
"Era comum interceptar acidentes com animais, como capotamento ou atropelamento. Quando chegava ao local, percebia que a vítima era atendida, mas os animais ficavam agonizando. Não tinha um protocolo de ação para isso", conta o idealizador, que atuou como policial militar durante 18 anos.
O carro permitiu que as ocorrências com animais sejam atendidas 24 horas por dia em um dos primeiros serviços do tipo no Brasil. São Paulo, Salvador e Recife têm projetos parecidos, mas ainda não implantados.
O protocolo foi criado a partir de sua experiência anterior e repassado aos bombeiros e à Polícia Militar.
"Apresentei a ideia, apresentei o nome. O pessoal gostou, a Secretaria de Saúde topou", conta Cavallazzi.
O nome desagradou o Ministério da Saúde, que recomendou mudança para evitar confusão com o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). "Vamos recorrer."
Entre as ocorrências atendidas está a de um cão atropelado, que não sobreviveu, e a de um pitt bull, que circulava sem dono e foi recolhido. O dono será notificado.
A principal função do Dibea é cuidar dos animais abandonados e castrá-los. Há mais de 50 cães e gatos esperando adoção.
Cavalos também são resgatados pelo Samuvet, que tem uma carroceria especial para eles. Há cerca de 50 cavalos no centro de Florianópolis, segundo o diretor. "Como a prefeitura multa quando o terreno baldio tem mato grande, as pessoas têm cavalos para pastar e manter limpo."
Muitos acabam fugindo e causam acidentes. No Dibea, os cavalos recebem microchips. Se o proprietário for reincidente, é multado.

FONTE 
http://www.otempo.com.br/interessa/florian%C3%B3polis-cria-samu-para-socorrer-animais-acidentados-1.902642