segunda-feira, 7 de julho de 2014

Casos Assustadores de Acasalamentos de Aranhas e Insetos




viuva-destaqueVIÚVA-NEGRA: Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a fêmea da viúva-negra não é assassina porque quer. Na verdade ela mais ou menos três vezes maior que o macho e a morte dele é acidental. Ao terminar de depositar os espermatozoides na genitália da fêmea, ele faz uma retirada brusca o que geralmente provoca a quebra do aparelho reprodutor. Quando isso acontece, o macho acaba morrendo por que perde a hemolinfa (um líquido vital como o sangue para nós). É como se o macho morresse de hemorragia.


1730802ARANHA- CARANGUEJEIRA: Essa sim merece a fama de assassina. Em alguns casos, após a cópula, a fêmea mata o macho, o enrola o amante na teia e guarda os restos mortais que serve como primeira refeição aos filhotes assim que nascerem, cerca de 60 dias após o acasalamento.








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ZANGÃO: Como já sabemos, dentro de uma colmeia, cada tipo de abelha tem uma função. A rainha vive para botar ovos, controlar o trabalho das operárias, já as operárias produzem mel, limpam o ninho, cuidam para que nenhum inimigo se aproxime e os zangões fecundam as rainhas e essa é a única e última função da sua vida. Depois da cópula, seu o órgão genital fica preso na abelha-rainha e se rompe, levando o zangão à morte.



Mantis_MantisLOUVA-A-DEUS: Depois da cópula a fêmea de louva-a-deus agarra o parceiro e o devora vivo, começando pela cabeça, na maioria das vezes. Essa primeira refeição garante a energia necessária para que ela construa ootecas (lugar em que deposita os ovos) mais resistentes e com capacidade para mais ovos.



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ARANHA-DE-COSTAS-VERMELHAS: No jogo de sedução dessas aranhas, vale tudo! Antes da cópula o macho posiciona o abdômen perto da boca da parceira, deixando que ela o coma durante o ato sexual. Essa bizarrice ocorre em 65% dos acasalamentos da espécie. Que medo!

 saiba mais 
http://diariodebiologia.com/2012/03/5-casos-bizarros-de-acasalamentos-de-aranhas-e-insetos/

domingo, 6 de julho de 2014

Curiosidade sobre Morcegos

Hábito incomum e ancestral

Para o paleontólogo, os primeiros morcegos a habitarem a Terra provavelmente dormiam de cabeça para cima

Publicado em 24/06/2014

Fósseis encontrados no Egito sugerem que morcegos que dormem em pé, atualmente restritos à ilha africana de Madagascar, descendem de espécies que viviam no continente há mais de 30 milhões de anos.

Morcegos dormem de cabeça para baixo, certo? Nem sempre. Prova disso são as duas únicas espécies representantes da família Myzopodidae, que dormem em pé. Atualmente restritos à ilha africana de Madagascar, esses animais descendem de ancestrais que viviam no continente e cujos fósseis foram descobertos recentemente. O material, encontrado na depressão de Fayum, no Egito, levou à descrição de duas novas espécies – já extintas – da mesma família.
De acordo com o estudo, publicado na revista PLoS One, uma das espécies viveu há 37 milhões de anos, enquanto a outra, há 30 milhões.
Apesar da semelhança com os morcegos de Madagascar, os fósseis encontrados foram descritos como novas espécies depois que os cientistas perceberam diferenças nos tamanhos e formatos dos dentes. “Notamos detalhes como um terceiro molar mais curto e um quarto molar maior em comparação aos morcegos de Madagascar, o que fez a diferença na hora de classificá-los como novas espécies”, afirma o paleontólogo e coautor da pesquisa Gregg Gunnell, da Universidade Duke, nos Estados Unidos.
Assim como os exemplares de Madagascar, esses animais tinham almofadas adesivas nos polegares e calcanhares, característica que dividem apenas com membros da família Thyropteridae, que vivem na América do Sul.
Segundo Gunnell, as almofadas adesivas servem para que os morcegos se agarrem à superfície de folhas muito lisas. “Eles normalmente ficam presos às folhas da palmeira, onde costumam dormir e caçar”, explica.
Os pesquisadores, no entanto, ainda não sabem por que os morcegos da família Myzopodidae têm o hábito de dormir em pé. “Deve haver alguma vantagem, mas não conseguimos descobrir”, diz Gunell.
Para o paleontólogo, os primeiros morcegos a habitarem a Terra provavelmente dormiam de cabeça para cima. “Eles não tinham asas e se apoiavam nos braços e pernas. Depois, os braços ganharam uma pele extensa, que os cobriu formando asas, levando os morcegos a se apoiarem somente nos pés”, completa.

Do continente para a ilha

O achado dos fósseis no Egito sugere que os ancestrais dos morcegos que habitam a ilha de Madagascar surgiram no continente. O paleontólogo acredita que correntes oceânicas tenham carregado pedaços de vegetação entre 55 e 33 milhões de anos atrás e os morcegos do continente tenham voado de uma vegetação para outra, chegando à ilha em algum momento.
Gunnell acrescenta que o ambiente onde esses morcegos ancestrais viviam era bem diferente do deserto em que seus fósseis foram encontrados. “Havia grandes rios e florestas, o que tornava o local muito propício para esses animais, que se alimentavam de insetos”, completa.
Mariana Rocha
Ciência Hoje On-line

http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/06/habito-incomum-e-ancestral

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Gavião Resgatado pelo NPA é Encaminha ao Zoo do Beto Carreiro World








Bombeiro Voluntário
Barra Velha e São João do Itaperiú









Caros amigos leitores as 13:32 hs  do dia dois de julho o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, foi acionado pela moradora de Barra velha Clea Malinski de Anhaia residente na Rua Clarice Rosa Muller 140 Centro, para resgatar um gavião.

Este foi recolhido pelo NPA, avaliado e encaminhado para o Zoo do Beto Carreiro World, na manha do dia três de julho, onde esta recebendo cuidados adequados e especializado.

Agradecemos humildemente a toda a Equipe de Profissionais do Zoo do Beto Carreiro World, por seu empenho e dedicação.












imagens do Resgate:


 







José Roberto Cruz
Chefe do Núcleo de Proteção Ambiental

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Resgate de Gavião







Bombeiro Voluntário
Barra Velha e São João do Itaperiú


Caros amigos leitores as 13:32 hs o Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) dos Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú SC, foi acionado pela moradora de Barra velha Clea Malinski de Anhaia residente na Rua Clarice Rosa Muller 140 Centro, para resgatar um gavião.

O animal foi recolhido pelo NPA que o encaminhara o aos Órgãos Competentes.

Bombeiros Voluntários envolvidos 
Bombeiro Voluntário Uchôa 
Bombeiro Voluntário Roberto



















José Roberto Cruz
Chefe do Núcleo de Proteção Ambiental


Dia do Bombeiro




Bombeiro Voluntário
Barra Velha e São João do Itaperiú








Caros amigos leitores hoje é Dia do Bombeiro por esta razão contarei um pouco da Historia dos Bombeiros Voluntários.

Em razão da evolução cada vez mais acelerada das cidades, foram surgindo corporações de combate ao fogo em todos os países do mundo. Na França no reinado de Luiz XIV de 1638 a 1715, surgiu os "Corps des Pompiers". Na Inglaterra, pouco adiante, surgem os "Fireman", os "homens do fogo". Nos Estados Unidos, a iniciativa coube ao grande Benjamin Franklin, que em 1736, na Filadélfia, criou o primeiro Corpo de Bombeiros Voluntários da América do Norte.


Em Portugal, a história dos Bombeiros na era moderna começa no ano de 1794, com a destacada participação de um brasileiro nascido na Bahia, Guilherme Gomes Fernandes, que juntamente com outros idealistas criaram a associação dos Bombeiros Voluntários do Porto.
O brasileiro Guilherme Gomes Fernandes, um abnegado da causa, foi considerado o "maior bombeiro do mundo", criando as bases do sólido movimento português, com base na multiplicação pelo território português de vários Grupamentos de Bombeiros Voluntários de combate ao fogo.


Na Alemanha, desde 17 de julho de 1841, em Meissen, existem Corpos de Bombeiros Voluntários. Em Durlach, em 1846, surge a segunda corporação e nasce em Berlim, no ano de 1851, o primeiro Corpo de Bombeiro profissional Civil.

Muita gente ainda não sabe, mas o serviço de Bombeiros no Estado de Santa Catarina, começou em Joinville com a Sociedade Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, que nasceu oficialmente no dia 13 de julho de 1892.

Pioneiro no Brasil e na América Latina, sua criação foi fruto da necessidade. Desde os primeiros tempos da colonização, os incêndios eram um desafio para a comunidade, que via as chamas surgirem em poucos segundos e destruírem o trabalho de anos.


O Estado de Santa Catarina se destaca no cenário nacional, por possuir uma vasta estrutura civil de serviços voluntários, principalmente nas áreas de atuação social, os Bombeiros Voluntários constituem-se em associações civis, de cunho estritamente filantrópico, sem fins lucrativos e todas são consideradas de utilidade pública.


Em 1995, o exemplo de Joinville foi à base sólida para a criação do Corpo de Bombeiros Voluntários de Barra Velha e São João do Itaperiú.

O estopim ocorreu em 30 de outubro, após vários incêndios e acidentes, formou-se então uma comissão para angariar fundos para a compra de equipamentos para combate a incêndios e a organização de um corpo de bombeiros nos moldes do voluntariado.

Nesse tempo, demos muitos passos desde a fundação, resultado do empenho da comunidade e principalmente dos voluntários que dedicam parte do seu tempo, força e vontade, para tornar nossa Instituição cada vez mais forte.

terça-feira, 1 de julho de 2014

A cobra com cauda em forma de aranha

víbora cornuda rabo-de-aranha ( urarachnoides Pseudocerastes ) é uma espécie de víbora endêmica para oeste Irã descrita pela primeira vez por Bostanchi et al.em 2006.
nome específico , urarachnoides , é derivado do grego antigo (οὐρά cauda + ἀράχνη aranha + οειδής gosta), e refere-se a aranha-como a cauda de ponta esta serpente, assim como o nome comum, rabo-de-aranha víbora cornuda.
Camuflada sobre rochas e areia, a Pseudocerastes urarachnoides deixa a ponta de sua cauda (que, como você pode ver na foto, tem um formato peculiar) à mostra, para atrair pássaros desavisados. Quando a ave percebe que se trata de uma armadilha, porém, já é tarde demais: em uma fração de segundo, o predador se transforma em presa.
Em 1968, o Museu de Campo de História Natural de Chicago (EUA) recebeu um exemplar dessa cobra, típica do Irã. Como não havia outra para comparar, não se sabia se a ponta da cauda era uma mutação, um tumor ou uma característica da espécie, que ficou praticamente esquecida por quase 40 anos.


http://hypescience.com/a-cobra-com-cauda-em-forma-de-aranha/

Restinga

A restinga é um espaço geográfico formado sempre por depósitos arenosos paralelos à linha da costa, de forma geralmente alongada, produzido por processos de sedimentação, onde se encontram diferentes comunidades que recebem influência marinha, podendo ter cobertura vegetal em mosaico. Esse tipo de vegetação também pode ser encontrado em praias, cordões arenosos, dunas e depressões em diversos estágios secessionais existentes fora da restinga na parte interiorana do continente. A restinga também pode se formar nos estuários dos rios, pela deposição de sedimentos, dando origem à formação de rios ou assoreamentos. Não se deve confundir no entanto a restinga clássica propriamente dita com a vegetação de dunas específica, sendo a restinga uma espécie de transição entre esta e a mata atlântica como um bioma específico (na planície Atlântica Setentrional é o bioma onde predomina a espécie do cajueiro, por exemplo - a complexidade e densidade de vegetação diverge nos 3 biomas e ibidem a variação geoquímica do solo, tendendo a ser mais pobre quanto menos evoluído é o bioma).
Mais especificamente no Brasil, a restinga pode ser definida como um terreno arenoso e salino, próximo ao mar e coberto de plantas herbáceas características. Ou ainda, de acordo com a resolução 07 de 23 de julho de 1996 da CONAMA, "entende-se por vegetação de restinga o conjunto das comunidades vegetais, fisionomicamente distintas, sob influência marinha e fluvio-marinha. Estas comunidades, distribuídas em mosaico, ocorrem em áreas de grande diversidade ecológica sendo consideradas comunidades edáficas por dependerem mais da natureza do solo que do clima".
As restingas se distribuem geograficamente ao longo do litoral brasileiro, em pontos específicos na extensão de mais de 5000 km, não ocorrendo de forma contínua. As principais formações ocorrendo no litoral da Bahia, Paraíba, São Paulo (restinga subtropical), Rio de JaneiroEspírito SantoAlagoasSergipe. Um exemplo de restinga é a Restinga da Marambaia, no litoral do Rio de Janeiro. Muitos classificam a restinga como uma vegetação intermediária entre a vegetação de dunas e a mata atlântica, um tipo de cerrado com vegetação de porte intermediário.

Proteção legal

Para conter a degradação destas áreas geográficas, que são as restingas, garantindo, especialmente, que estas possam continuar exercendo sua importante função ambiental de fixadoras de dunas e estabilizadoras de manguezais, o Código Florestal brasileiro (Lei 12.651, de 25 de maio de 2012) enquadra as áreas das restingas como Áreas de Preservação Permanente - APP, não podendo as mesmas serem devastadas e ocupadas, conforme inciso VI do art.4º e 7º da Lei. A Resolução Conama 303, de 20 de março de 2002, que dispõe sobre parâmetros, definições e limites de APP, estabelece que constitui APP a área situada nas restingas: em faixa mínima de 300 m, medidos a partir da linha de preamar máxima; ou em qualquer localização ou extensão, quando recoberta por vegetação com função fixadora de dunas ou estabilizadora de mangues.

saiba mais
http://pt.wikipedia.org/wiki/Restinga